Familiares de vítima fatal da tragédia no Ninho vão ao CT: “Estamos aqui em prol da lembrança”

No dia 08 de fevereiro de 2019, a página mais triste da história do Clube de Regatas do Flamengo foi escrita: um incêndio no Ninho do Urubu ceifou a vida de dez garotos das categorias de base. Até então, o Fla não acertou indenizações com todos os familiares, o que gera incômodo até mesmo nos rubro-negros mais fanáticos. Nesta segunda-feira (18), a dolorosa história ganhou mais um capítulo: familiares do jovem Samuel Thomas foram ao CT para um protesto.

Nas manifestações à imprensa, eles mantiveram tom pacífico e evitaram falar sobre acordos e indenizações que devem ser pagas pelo clube. Ao invés disso, eles focaram nas cobranças por atenção e apoio do Rubro-Negro: “Meu objetivo não é dinheiro aqui, é lembrança. Que o Flamengo se manifeste em termos de homenagens. Podiam pensar em colocar as fotos dos meninos aqui no muro do Ninho, por exemplo”, disse Milton Rodrigues, tio do Garoto do Ninho, em entrevista ao Globoesporte.com.

FOTO: REPRODUÇÃO

Na sequência, Milton ainda completou, relembrando uma situação no Dia dos Finados: “A gente pede lembrança desses meninos, e lembrar não custa nada. Dia de Finados passou agora, e o Flamengo não deu uma flor para as mães. O clube pode esquecer, mas a gente não”.

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Dos dez jovens que morreram no incêndio – Arthur, Athila, Bernardo, Christian, Gedson, Jorge, Pablo, Rykelmo, Samuel e Vitor – o Flamengo acertou com dez e ainda segue em negociações com as demais. A Defensoria Pública do Rio de Janeiro também está envolvida nas tratativas.

Por: Coluna do Fla

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