terça-feira, setembro 22, 2020
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Fla busca local para Estádio, e planeja construí-lo até 2016!

ESPN –
O caminho pela reestruturação financeira do Flamengo passa pela arrecadação nas
bilheterias. E, na ponta do lápis, o Maracanã não é considerado um parceiro
ideal. Pelo contrário. Por isso, a diretoria entrou em consenso após reuniões e
garantiu que até o fim do ano irá definir o local para construção de um estádio
próprio. As opções: os municípios de Nova Iguaçu e Duque de Caxias, na Baixada
Fluminense. Na manga, investidores para um aporte inicial de R$ 250 milhões.

A
ideia é levantar a arena a partir de 2016. Os dois grupos, um inglês e um
brasileiro, ainda sob sigilo, não têm contrato assinado, mas, sim, um Memorando
de Entendimento (MOU, na sigla em inglês). O modelo seria baseado no Allianz
Parque, do Palmeiras, com espaço destinado para cerca de 45 mil torcedores.
Para
angariar valores, outra ideia surgiu na mesa rubro-negra: cerca de dez mil
assentos poderiam ser negociados pelo período de dez anos, uma espécia de
cadeira cativa com prazo, ao custo de R$ 30 mil cada, totalizando, em caso de
sucesso, R$ 300 milhões.
De
quebra, o clube vê a construção de um estádio próprio como ação primordial para
alavancar o programa de sócio-torcedor, outra fonte de renda e atualmente com
cerca de 57 mil membros. Pelo cálculo do projeto, caso a ideia de um estádio
próprio vingue, o número potencial estimado de novos sócios levaria a um teto
de 150 mil participantes. O Internacional, líder do segmento no futebol
brasileiro, tem 136 mil sócios-torcedores.
Internamente,
o Flamengo mostra muito desconforto com o acordo firmado com o Maracanã. Mesmo
após revisões da parceria, o lucro tem sido pequeno. Como mandante e visitante,
o time disputou 11 partidas no estádio em 2015 que geraram, em renda bruta,
cerca de R$ 12,2 milhões. No bolso rubro-negro entraram pouco de R$ 2,2 milhões.
Em despesas, como custo operacional (R$ 2,3 mi) e aluguel de estádio (R$ 2,1
mi) o valor chegou a R$ 4,4 milhões.
Outro
ponto de insatisfação é a susposta falta de transparência com detalhamento de
custos de serviçoes terceirizados, como limpeza e segurança, e a venda em
bares. O contrato firmado com os clubes não permite que estes dados sejam
auditados. Com o sonho rubro-negro da casa própria, o estádio ficaria restrito
a grandes eventos, como partidas decisivas em competições ou shows, com presença
de grande público garantido. A comparação é com o que ocorre atualmente com o
Pacaembu, em São Paulo, depois da migração do Corinthians para Itaquera, onde o
novo estádio foi construído.

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