Flamengo ainda avalia propostas por terreno no Morro da Viúva.

Eduardo Bandeira, Presidente do Flamengo, Marcelo Crivella e Patrícia AmorimFoto: Divulgação

O
GLOBO
: O Flamengo pretende apresentar no dia 20 de julho a proposta vencedora
para a compra da sede social do clube no Morro da Viúva, na Zona Sul do Rio. O
presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello, afirmou que das 16 propostas
originais que o clube recebeu pelo edifício, quatro ainda estão em análise. O
clube não informou, porém, a expectativa de arrecadação com a venda do terreno.

— Não
tenho esse número (estimativa de arrecadação). Isso ainda depende da avaliação
das propostas, de quanto a gente vai levantar no ato da assinatura do contrato.
Tem também a parte do empreendimento que ficará para o Flamengo — afirmou
Bandeira de Mello.
Anúncio
foi feito no mesmo dia em que o prefeito Marcelo Crivella sancionou o projeto
de lei que permite a transformação de uso da edificação para construções
residenciais e de hotelaria. O Flamengo abriu em março o edital de convocação
para candidatos com proposta comercial, cujo vencedor será apresentado no
próximo mês.
De
acordo com o clube, no entanto, não há definição neste momento sobre qual a
finalidade será dada ao empreendimento. Há a possibilidade, por exemplo, de um
uso misto entre hotel e residência. O presidente do clube diz que o uso
dependerá das condições do mercado:

Sobre a utilização de hotel, ficará a critério de quem ganhar. Pode fazer parte
hotel e parte residência. O uso é misto. Pode fazer toda residência. Dependerá
das características do mercado — afirmou Bandeira de Mello.
Segundo
a subsecretária municipal de Esportes, Patrícia Amorim, não há neste momento
conversas a respeito de incentivo por parte do município para a construção de
um hotel na região.
Em
2012, o edifício foi arrendado por Eike Batista. O projeto do ex-bilionário era
transformá-lo num hotel quatro estrelas com 450 quartos. A inauguração
aconteceria no fim de 2015, se a crise nas empresas “X” não tivesse
impedido que a construção saísse do papel. O edifício, então, ficou tão
abandonado que, em abril de 2015, chegou a ser invadido por um grupo de 100
pessoas. Houve reintegração de posse após liminar judicial.
Antes
do acordo com Eike, o prédio foi utilizado como moradia de atletas do Flamengo
e teve seus apartamentos alugados para quaisquer pessoas sem vínculo com o
clube.

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