quinta-feira, setembro 24, 2020
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Flamengo, Botafogo e Fluminense homenageiam Carlos Alberto.

GLOBO
ESPORTE
: Após o falecimento de Carlos Alberto Torres, vítima de infarto aos 72
anos, nesta terça-feira, os clubes do Rio de Janeiro prestaram suas homenagens
ao capitão do tricampeonato mundial brasileiro em 1970. Capita, como era
conhecido, vestiu as camisas de Botafogo, Flamengo e Fluminense como jogador e
treinador ao longo de sua carreira.
BOTAFOGO
Foto: DIvulgação

Nota
oficial no site do clube: “É com profundo pesar que o Botafogo lamenta a
morte do ídolo Carlos Alberto Torres, na manhã desta terça-feira, aos 72 anos,
no Rio de Janeiro, vítima de enfarto fulminante. Capitão do Tri Mundial do
Brasil na Copa do Mundo de 70, Capita, como conhecido carinhosamente, marcou o
seu nome na história do clube. Integra o Time do Século XX do Botafogo, sendo
conhecido pelo potente chute de pé direito. Carioca e nascido em 17 de julho de
1944, Capita destacou-se também como técnico. Em 1993, fez história ao levar o
Botafogo a conquistar a Taça Conmebol (Sul-Americano) para orgulho dos
alvinegros.

O
Botafogo de Futebol e Regatas decreta luto oficial e hasteia sua bandeira a
meio-mastro na sede de General Severiano. O clube manifesta sua solidariedade
aos amigos e familiares do Capita, este ídolo e símbolo alvinegro que nos
deixa.”
FLAMENGO
Foto: DIvulgação

O
Rubro-Negro postou em sua conta oficial no Twitter: “O #CapitaEterno
honrou o Manto Sagrado como jogador e treinador. Técnico do Tri Brasileiro de
1983. Uma perda irreparável. Descanse em paz.”

Nota
oficial no site do clube: “Faleceu nesta terça-feira (25), o eterno
capitão do tricampeonato mundial da Seleção Brasileira em 1970, Carlos Alberto
Torres. Figura ímpar do futebol carioca, nacional e internacional, Carlos
Alberto fez parte da história do Flamengo como jogador e treinador.
Primeiro
em 1977, como jogador, atuou em 19 jogos. Estreou em 05 de fevereiro daquele
ano na vitória rubro-negra sobre o Fluminense por 3 a 1. Meses depois, em 29 de
maio, fez a última partida em nova vitória, dessa vez contra o Campo Grande,
por 5 a 1.
Foi o
treinador na conquista do Brasileirão de 1983. Estreou em goleada contra o
Corinthians, 5 a 1, em 17 de abril, e deixou o cargo meses depois, em agosto,
após derrota contra o Botafogo pela Taça Guanabara. Levou a equipe até a
semifinal da Libertadores da América.
Voltou
ao comando técnico em 2001 e foi fundamental na luta contra o rebaixamento
naquela temporada. A estreia foi em Juiz de Fora, em 18 de novembro, vitória
rubro-negra com gol de Felipe Melo.
O
Clube de Regatas do Flamengo lamenta profundamente essa perda irreparável e
deseja os mais profundos sentimentos aos fãs, torcedores, amigos e
familiares.”
FLUMINENSE
Nota
oficial no site do clube: “O Fluminense Football lamenta profundamente a
perda de um dos maiores jogadores do clube e da história do futebol mundial, o
eterno capitão Carlos Alberto Torres.
Imortalizado
pelo gol antológico que marcou na final da Copa do Mundo de 1970 contra a
Itália e pelo gesto, na época inédito, de beijar a Taça Jules Rimet ao
recebê-la das mão do presidente mexicano, foi eleito em 1998 por um painel de
jornalistas do mundo inteiro para a Seleção de Futebol do Século 20.
Elegante,
técnico e de forte personalidade, foi um dos primeiros laterais do Brasil a se
aventurar regularmente no apoio ao ataque. Revelado no início dos anos 1960 no
Fluminense, destacou-se na conquista do título carioca de 1964, transferindo-se
no ano seguinte para o Santos de Pelé. Retornaria às Laranjeiras em 1976,
trazido pelo então presidente Francisco Horta para integrar a Máquina, e quando
muito já o julgavam acabado para o futebol, foi mais uma vez campeão pelo
clube.
Fora
das quatro linhas, foi o responsável por trazer o paraguaio Romerito para o
Fluminense. Eles haviam jogado juntos pelo Cosmos, nos Estados Unidos. Recém
iniciado na profissão de treinador, assumiu o comando interino do time do
Fluminense, na excursão vitoriosa que o clube fez a Coreia do Sul em outubro de
1984. Na volta ao Rio, foi efetivado no cargo e conduziu o time a mais um
título carioca. O bicampeonato estadual. Pegou uma equipe já montada, mas teve
o mérito de não deixar o ritmo do time cair, mesmo com os desfalques de
Ricardo, Jandir e Delei na reta final do Estadual.”
O
presidente tricolor, Peter Siemsen, se pronunciou através da assessoria de
imprensa do clube:
– Hoje
nós perdemos um dos maiores jogadores da história do Brasil e do futebol. Um
jogador formado nas Laranjeiras, um lateral-direito espetacular, uma pessoa
incrível, Carlos Alberto Torres. Ainda mais para mim, no caráter pessoal, nos
meus primeiros jogos no Maracanã em 1975 ele era nosso lateral. Foi um grande
ídolo meu na infância e sempre vai ser. Mora nos nossos corações para sempre.
Carlos Alberto eterno, espetacular, merece todas as homenagens.

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