segunda-feira, setembro 28, 2020
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Flamengo pagou “o impagável” e vai virar potência

SÃO PAULO – O cartão de visitas está
desatualizado. “Esse é o cartão antigo. Enquanto não acabar, não posso mandar
fazer um novo. Sou o vice de finanças, não posso gastar dinheiro”, diz Claudio
Pracownik, sócio e diretor do banco Brasil Plural e atual vice-presidente de
Finanças do Flamengo.
Um dos porta-vozes da reestruturação financeira do clube, ele contou a O
Financista como ajudou a sanear a “dívida impagável” do time carioca.
“Eu costumo brincar que eu sou judeu,
banqueiro, cartola de futebol, torço para o Flamengo e sou advogado… Quer
dizer, é difícil arrumar amigo, eu sou o culpado de alguma forma”, diz
Pracownik, que tem experiência de mais de 20 anos no mercado financeiro.
Ao se deparar com uma dívida de cerca de R$ 750 milhões e uma série de outros
problemas, o grupo de empresários do qual faz parte arregaçou as mangas para
recuperar a credibilidade do Flamengo. Não com passos largos, mas com passos
firmes, enfatiza o cartola.
Agora, com o equilíbrio atingido e uma
previsão de fluxo de caixa livre no ano que vem de R$ 70 milhões para investir, Pracownik traça metas ambiciosas: “Nosso
plano para os próximos três anos é ser campeão todos os anos. Está na hora de
dar esses dividendos para a torcida.”
Durante a entrevista, o banqueiro falou da
diferença entre administrar um clube e uma empresa, detalhou o ajuste nas
contas e comparou o mérito rubro-negro de unir interesses com a atual crise
política do país.
Leia, a seguir, os principais trechos da
entrevista:
O
Financista: Qual a diferença entre administrar uma empresa e um clube?
Claudio Pracownik: A diferença é a paixão. Na
empresa, o objetivo é dar lucro. No clube é ter títulos. Os dividendos que você
distribui são as alegrias e os títulos. De certa maneira fugaz porque você é
campeão em um dia, comemora no dia seguinte e depois acabou. As alegrias são
intensas e pouco duradouras. Esse é o lucro que você distribui no clube.
Em uma empresa é preciso conquistar o lucro
e, a partir daí, o componente que mais influencia são os stakeholders. Os
stakeholders no mundo empresarial são os funcionários, fornecedores, acionistas
e, portanto, pessoas que têm uma relação comercial contigo. Ou investiram
dinheiro ou você recebe esse dinheiro. No futebol seus stakeholders são os
torcedores que muitas vezes não têm nenhum vínculo comercial. Muitos dão
dinheiro para o clube direta e indiretamente, e outros não têm condições. São
pessoas apaixonadas.
Quando você é movido pela razão, como no meio
empresarial, seus stakeholders também querem maximizar o lucro e o lucro deles,
além de outras decisões amparadas no raciocínio lógico. No meio desportivo seus
stakeholders são movidos pela paixão, então o diálogo é muitas vezes complicado
na hora de buscar o profissionalismo, a eficiência.
Outra diferença básica é que eu ganho um
salário nas empresas onde eu trabalhei. E no Flamengo eu não ganho nada. Às vezes
isso gera um desconforto. Os torcedores acham que têm alguma coisa estranha. Eu
costumo brincar que eu sou judeu, banqueiro, cartola de futebol, torço para o Flamengo
e sou advogado… Quer dizer, é difícil arrumar amigo, eu sou o culpado de
alguma forma (risos).
O que o cartola de futebol está fazendo ali?
Nem sempre o torcedor entende que você é tão apaixonado quanto ele. O torcedor
acha que é mais apaixonado do que você porque ele fica na arquibancada
gritando, torcendo, como se o cartola não estivesse ali. Eu fui de ir na
arquibancada minha vida inteira, sou torcedor de ir ao estádio.
Enfim, o diálogo muitas vezes é complexo.
Dirigir uma empresa é muito mais fácil. Buscamos ser o mais transparente
possível no Flamengo,
porém às vezes isso é mal visto, inclusive pelo próprio torcedor, que quer
ouvir uma notícia boa. Às vezes não tem notícia boa. É preciso ter costas
largas para ser dirigente de futebol no Brasil, mesmo tendo gente bem
intencionada como é o caso da nossa gestão.
O
Financista: Como o senhor entrou nessa área para dirigir o Flamengo?
Pracownik: Nasci Flamengo. Em 1995 eu me tornei
conselheiro, estou lá há 21 anos, participando da vida política do clube. Em
2005 o Hélio Ferraz me convidou para ser o vice de planejamento. Me ligou
depois perguntando se eu queria acumular a função de vice de marketing. “Mas
sou advogado, faz mais sentido ser vice jurídico”, retruquei. Mas ele falou que
era a área que levantava mais suspeitas no clube por ser uma área de negócios.
Não terminei a gestão.
Após o impeachment do Edmundo dos Santos
Silva, em 2002, o clube estava muito prejudicado. Foi a época de saída dos
recursos da ISL. Investimentos que ocorreram também em Corinthians, Vasco e
Palmeiras, mas que se mostraram pouco produtivos a longo prazo. Havia uma fonte
de receita, mas esqueceram de pensar no longo prazo. Quando a fonte secou,
ficaram só as despesas que são de longo prazo. Por exemplo, um contrato de
jogador dura quatro anos. Esse foi o erro de gestões antigas.
A contrapartida é a dependência de empréstimos
da federação do Rio, CBF (Confederação Brasileira de Futebol), um tipo de
relação que virava uma espécie de apoio político. Com isso, você ganha uma
exposição excessiva, vive uma série de problemas e episódios difíceis. Isso
pode destruir sua reputação. Eu sou banqueiro, vivo de reputação. No mercado
financeiro, a fé e a confiança são fundamentais. Eu entendi isso perfeitamente.
O Flamengo não tinha muitas opções. Eu agradeci a
oportunidade, saí da gestão, mas continuei a apoiá-la. Continuei membro de
conselhos de administração. Voto para o que é melhor para o Flamengo. Política
você faz em outro lugar, não com aquilo que você ama.
Por conta disso acabei voltando em 2012.
Houve um movimento de empresários importantes do mercado nacional para tentar
tirar o Flamengo da situação em que estava. Muito mal financeiramente…
O
Financista: Quanto mal?
Pracownik: A dívida que conseguimos auditar
era de R$ 750 milhões. Salários atrasados de vários meses, fornecedores sem
crédito. Só vendiam à vista para o Flamengo. Havia coisas nas páginas
policiais, relações ruins com torcidas organizadas, um momento politico
conturbado. Era um caos. Era preciso restaurar a credibilidade do clube.
É aí que entra o grupo de empresários. Gente
muito bacana que me convidou para fazer do grupo. E eu aceitei. Fui chamado
para integrar em 2011, mas havia sido preparado com quatro anos de
antecedência. Vencemos as eleições, até de maneira surpreendente. Uma vantagem
larga, com pessoas que nunca tinham ido votar no clube, mas apareceram naquele
dia.
O
Financista: Qual foi a primeira medida tomada?
Pracownik: Primeira coisa foi realocação de
dívida. Reestruturar financeiramente o clube. Conversar com bancos privados, e
o governo, que era o maior credor. O Flamengo devia muitos impostos e tinha casos de
sonegação. O clube estava respondendo por uma investigação criminal porque o
time não recolhia fundo de garantia.
Conseguimos alongar o perfil de dívida,
renegociar alguns contratos de patrocínio e aumentar o valor. Melhoramos o
caixa, quitamos à vista as dívidas provenientes de sonegação fiscal. Entregamos
bens em garantia também para mostrar boa fé ao governo e fazer o parcelamento
da dívida. O primeiro ano foi praticamente uma operação de distressed, como se
fala aqui no banco. Renegociar, chamar credores na mesa e conversar.
É preciso explicar aos credores e fazê-los
entender que eles precisam estar no nosso lado. A dívida era impagável da
maneira como estava. Naquele momento a credibilidade financeira do clube era
muito baixa. Foi um trabalho muito árduo, de renegociação e de escalonamento.
Em um segundo momento atacamos a parte de
processos do clube para gerar eficiência, diminuir custos, reduzimos gente.
Fazemos isso sem nenhum prazer, mas porque é necessário. Depois fomos ao
mercado em busca de novas receitas. Renegociar com televisão e patrocinadores.
Trouxemos a Adidas como fornecedor de material esportivo, com um contrato
melhor.
O grande desafio é saber a ordem de
pagamentos. Primeiro vêm os impostos, depois salários e o que sobrar vai para o
resto, inclusive o time de futebol. É preciso dar um passo para trás para
depois dar passos firmes para frente. Contamos com a compreensão da torcida.
Existe uma visão muito curto-prazista, e não poderíamos ter essa visão.
O
Financista: A vida de banqueiro teve alguma mudança?
Pracownik: Tem seu preço. O primeiro ano foi
muito complicado. Depois já tínhamos organizado um grupo profissional dentro do
Flamengo, a começar por nós. Hoje em dia eu sou o vice de finanças, mas tem o
diretor financeiro, que ganha um salário de mercado. Eu tenho um CEO no clube,
diretor administrativo, diretor de esportes olímpicos. Criamos uma estrutura
profissional. Se tivéssemos perdido a reeleição, o grupo que ganhasse não iria
mudar ninguém. Criamos a Lei de Responsabilidade Rubro Negra [emenda ao estatuto
que prevê perda de mandato e inelegibilidade de dirigentes que praticarem
sonegação fiscal ou apropriação indébita].
Se você é uma pessoa bem intencionada, não
tem com o que se preocupar, mas se seus interesses são outros, você precisa
pensar duas vezes antes de se candidatar. Também melhoramos o processo
político. A estrutura está profissionalizada. Uma das nossas metas até o fim
deste mandato é ser auditado por uma das ‘big four’ e vamos conseguir. Já
estamos trabalhando com elas pelo nosso nível de transparência.
O
Financista: Quais números o senhor destacaria do Flamengo hoje?
Pracownik: A nossa dívida hoje está em R$ 440 milhões. E o Flamengo
tem uma receita estimada em R$ 440 milhões. Então nosso grau de endividamento é
um para um. É um momento histórico para o clube. E há os efeitos do Profut
(Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol
Brasileiro). Se tudo correr bem, de acordo com nosso planejamento, as penhoras
do clube terminam no fim desse ano.
Assim o Flamengo tem uma previsão de ter um fluxo de caixa
livre no ano que vem de R$ 70 milhões
para investir. Isso é fantástico. É um horizonte muito promissor. Para 2018 e
2019, devemos ter um fluxo de caixa até maior. O clube está a passos firmes
para se tornar uma potência sul-americana nos próximos cinco, seis anos. Não
tenho dúvida de que podemos chegar ao fim do mandato como o time mais forte da
América do Sul, disputando os principais títulos desde já. Mas para uma
potência financeira a gente ainda tem uma caminhada dura pela frente. Pensamos
longe e queremos ser uma potência.
O
Financista: O senhor acredita na possibilidade de algum clube brasileiro abrir
capital no futuro, como em outros países?
Pracownik: Depende da legislação. Do jeito
que está é muito difícil. O clube pertence aos associados e não tem fins
lucrativos. Seria necessário abrir uma sociedade empresária, migrar as receitas
de marketing (branding basicamente), deixar que ela administre o futebol. É
preciso estar muito bem em relação aos credores, ser visto como uma instituição
financeira de planejamento fiscal porque você deixa as receitas com a sociedade
e as dívidas com o clube. É uma coisa complicada.
Segundo, abrir capital aqui pressupõe uma
visão de médio e longo prazo de receitas financeiras muito fortes. E o país não
permite essa visão sequer em empresas que recentemente abriram capital e já
querem fechar o capital, imagina um clube de futebol. Por fim, é preciso passar
essa mentalidade para o sócio. Fomos eleitos pelo sócio do clube, não pelos
torcedores. A opinião patrimonial do Flamengo não pertence aos torcedores, pertence aos
sócios do clube, que, em parte, também são torcedores. É preciso levar aos
sócios uma visão em que eles deixam de ser donos do Flamengo. Há um grau de
maturidade que estamos longe de obter nos clubes de futebol. Vejo dificuldades
internas.
Os clubes têm que gerar seus próprios
recursos. E isso se dá com rentabilização da torcida, com sócio-torcedor,
patrocínio, dinheiro televisivo, renda de bilheteria. Isso é o que a gente pode
fazer.
O
Financista: A sua gestão renegociou contratos televisivos, trouxeram
patrocinadores. E como anda a parte do sócio-torcedor?
Pracownik: O sócio-torcedor do Flamengo
é o mais rentável de todos do país. O Flamengo pode ser o sétimo em número de
sócios-torcedores, mas é o mais rentável, o que dá mais dinheiro, que é o que
me interessa. Não estou preocupado com meu ego de ser o maior programa de
sócio-torcedor, estou preocupado em gerar mais caixa para o clube. Somos
transparentes. Em vários clubes, por exemplo, o torcedor paga um mês, para de
pagar e o clube o mantém na base. Diz que ele é sócio-torcedor, de graça. Há
time que faz sócio-torcedor por R$ 1, R$ 5… As pessoas querem impressionar
achando que número vai trazer mais. Não estamos muito preocupados com isso. Meu
plano mais barato é R$ 30.
Sócio-torcedor do Flamengo hoje em dia é responsável
por uns 10% da nossa receita. O que equivale a uns R$ 30 milhões bruto por ano.
É o valor de um patrocínio. A Caixa, por exemplo, dá R$ 25 milhões, que é quase
o mesmo valor do sócio-torcedor líquido, R$ 25 milhões. É super relevante no
âmbito financeiro. Direitos de transmissão representam 47% da receita.
Publicidade rende 22% e bilheteria, 19%. É o que a gente tem. É o ideal? Não é
o ideal. Ainda dependemos muito de direito de transmissão.
A ideia é aumentar bilheteria e estádio. O
Flamengo não tem estádio próprio. Quanto a isso falta um pouco de vontade
política. Como vive o Maracanã sem o Flamengo? Que interesse existe do Flamengo
jogar e ter seu próprio estádio. Gostaríamos de tomar conta do Maracanã e
estamos pleiteando isso. Há hoje um impasse do governo com a Odebrecht. O
campeonato carioca vai começar e o Maracanã não foi entregue às autoridades
olímpicas. Está vazio e às moscas. Não há quem cuide. As autoridades olímpicas
vão cuidar do estádio e entregar em setembro. Quem vai cuidar daí em diante?
O sonho do Flamengo seria tocar o Maracanã ou
construir um estádio. Estamos lutando politicamente para isso. Hoje é
financeiramente viável porque tem muito parceiro querendo. Mas requer
autorização do governo, eu preciso de um terreno. O ideal é que seja dentro do
município do Rio de Janeiro. Mas se for o caso vamos atrás de um estádio menor,
no setor metropolitano mesmo, mas vamos fazer. O Flamengo precisa disso para ajudar
no equilíbrio financeiro. E o resto é tentar expandir sócio-torcedor pelo país.
O
Financista: Na época da dívida impagável do Flamengo, havia entre torcedores
rivais uma brincadeira de apontar o Flamengo como o “Brasil do futebol”. A
agora houve uma transformação nas finanças do clube e o Brasil vive um cenário
de ajuste fiscal nas contas publicas. Qual sua visão a respeito, com chapéu do
Flamengo e de banqueiro?
Pracownik: A nossa veio antes (risos). Há
coisas em comum. O grande desafio em cenários como esse é convergir os
interesses. No caso de uma empresa é convergir os interesses dos stakeholders.
E no caso do governo são os interesses da sociedade. Os interesses da sociedade
são muito divergentes neste momento no país. A crise politica impede isso. É
preciso uma união nacional. Conseguimos união dentro do clube. Nós não
recriamos o Flamengo, tivemos o apoio de grandes rubro-negros do passado,
presente e futuro. O mérito do nosso grupo foi convergir os interesses de
todos. Trazer todos a uma mesa de discussão e ter as pessoas em uma corrente
única em prol da recuperação.
O problema do país é que não há convergência
alguma. Estamos no meio de uma guerra política. Os partidos têm agendas
próprias, não existe uma agenda do país. O governo tem a própria agenda, o PT
tem a dele e o PSDB tem outra. Setores da sociedade têm uma outra agenda,
buscando representatividade, e os sindicatos, outra. Assim fica muito difícil
ultrapassar este momento.
A agenda do Congresso está parada. Cada um
está pensando no país à sua maneira. O Flamengo teve a felicidade de convergir os
interesses. É preciso esperar que surja uma liderança ou que a sociedade evolua
de alguma forma. O país precisa cortar muito na própria carne, atravessar
períodos difíceis. Não vejo a sociedade preparada para dar um passo para trás.
O
Financista: Ainda vamos piorar antes de melhorar…
Pracownik: É preciso estar preparado. Fazer
um ajuste fiscal vai doer. Vai ter desemprego, arrocho, recessão. O problema é
que o pais evoluiu muito rapidamente. O Flamengo teve seus momentos de glória,
principalmente na época do Zico, de 1978 até 1987. E o país viveu um boom de
crédito de conquistas das classes sociais C e D, por exemplo. Essas classes
estão preparadas para dar um passo para trás? Essa é a maior dificuldade. No
Flamento nós estávamos.
O
Financista: Qual a expectativa para os próximos anos?
Pracownik: Nosso legado é deixar o clube
equilibrado. O clube vai estar sempre alavancado porque alavancagem faz parte
do mundo empresarial. Dever não é o problema. Dever e não ter capacidade de
pagamento é o problema. O Flamengo já atingiu um equilíbrio e nós vamos
tentar melhorar ainda mais nos próximos anos para que tenhamos uma dívida
completamente pagável.
O nosso foco nesse triênio é o futebol.
Estamos investindo em futebol, reformando o centro de treinamento por completo,
equipamentos, campos, sistemas e processos. Contratamos o Muricy [Ramalho].
Para querer título é preciso ter um técnico vencedor. E é o caso dele, que
queria um desafio e escolheu o Flamengo. Ele tinha proposta para ganhar mais em
outro lugar, mas mostramos nossos projetos e ele gostou.

Fonte: http://www.financista.com.br/noticias/flamengo-ja-atingiu-um-equilibrio-e-agora-o-foco-e-o-futebol-diz-vice-de-financas

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