domingo, setembro 20, 2020
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Flamengo viaja em busca do título Sul-Americano Sub-15.

Foto: Divulgação

GARRAFÃO
RUBRO-NEGRO
: Invicta no Estadual, com dez vitórias em dez jogos, a equipe
Sub-15 do Flamengo viaja hoje à tarde (13h45) para Novo Hamburgo-RS, onde
disputará o Encontro Sul-Americano da categoria. Na bagagem, a expectativa para
o título, que bateu na trave em 2015. A ideia é repetir o feito atual do
Sub-13, que se sagrou campeão ao vencer o Londrina, por 41×37, na última
sexta-feira (22).

Um
pouco antes da viagem, o Garrafão Rubro-Negro ouviu três personagens do elenco.
O primeiro foi Magno Faria, que chama atenção desde 2013 e é uma das maiores
promessas do clube. O ala avaliou a disputa de uma competição em outro estado.
– A
disputa de um torneio fora do Rio é uma coisa bem diferente, porque nós não
conhecemos os times. Os jogos são mais complicados e com intensidade em outro
nível. A arbitragem, em si, é mais rígida em relação à faltas e andadas, por
exemplo. Eu gosto de fazer essas viagens para fora, acho que a gente evolui
muito. Até por jogar contra times mais fortes mesmo, tanto fisicamente, como
tecnicamente e mentalmente. Nós estamos treinando bastante e trabalhando
pesado. O ritmo tem sido intenso e só paramos para beber água. Também tem
alimentação e sono, que fazem total diferença nessas horas – detalhou.
Um dos
destaques no ano passado, Lucas Zibecchi é conhecido pelo seu estilo de jogo
clássico. O armador valorizou a rotina de treinos e afirmou que espera um
resultado diferente em 2016.
– Poder
disputar um torneio fora do Rio é sempre uma experiência muito boa. Geralmente,
os campeonatos são de níveis mais elevados, então, podemos melhorar, ter uma
noção da qualidade do nosso time em escala nacional e jogar/aprender novas
técnicas e táticas com times de fora. Nós, do sub-15, estamos nos preparando
desde o ano passado, quando acabamos ficando no segundo lugar. O Flamengo
sempre entra num campeonato visando o título. Como fizemos a final ano passado,
no mínimo, esse ano, nós queremos alcançar o mesmo lugar, mas desta vez, com
uma medalha de ouro no peito – indicou o objetivo.
Treinador
da equipe, Fernando Pereira é, também, auxiliar de Rodrigo Carlos no Sub-22 e
integrante da Comissão Técnica do time adulto. Conhecido pelo ótimo trabalho
com o Sub-17, revelou sua expectativa.
– A
expectativa, para esse ano, é boa. Eu acredito que quando uma equipe vem de uma
final no ano anterior, se espera muita coisa dela. Só que nós sabemos que
várias variáveis estão envolvidas. Outras equipes vem para competição e têm
configurações diferentes. De repente, uma equipe que não fez boa campanha no
ano passado, pode ter se reforçado. Então, é difícil precisar algo. Não dá para
prever que vai fazer a final de novo só porque fez ano passado. Isso só vamos
saber durante a competição. O que é esperado é nós fazermos um grande trabalho,
fazermos o nosso melhor. Isso aí é uma coisa que venho falando com eles. Eu não
estou pensando em final, em algo antes da gente saber o que realmente pode dar.
Temos que estar concentrados e unidos o tempo inteiro para executar o melhor
trabalho possível coletivamente e individualmente – destacou.
Fernando
analisou o momento do time e falou sobre o processo de mudança de uma categoria
para outra.
– Até
o momento, acho que o trabalho está bom. Eu não iniciei o trabalho com essa
equipe sub-15 desde fevereiro, eu estava em outra categoria. Aí ocorreu uma
mudança em março e, a partir do dia 22, eu comecei o treinamento com eles.
Depois, tive que resolver um problema contratual e fiquei um período
significativo sem dar treino, foram 27 dias. Com a situação do comitê americano,
ficamos 13 dias sem treinar. Apesar disso, o trabalho é bom, principalmente na
parte individual. Isso aí foi a maior preocupação que eu tive no período, mas
os jogadores reagiram bem e evoluíram para, a partir desse momento do torneio,
até o fim do ano, termos uma qualidade de equipe coletiva melhor. Até então, o
pensamento era individual. E tendo esses jogadores numa condição individual
melhor, aí sim, agregar essa parte coletiva, de entrosamento, uma afluência e
uma dinâmica melhor ao time. Nós vamos chegar bem, mas poderíamos chegar
melhor. Ocorreram coisas que fugiram do nosso alcance. O que posso prometer é
que vamos chegar muito bem e, jogo a jogo, vamos ter um entrosamento melhor.
Espero que a gente possa dar o nosso melhor para obter um bom resultado –
encerrou.

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