segunda-feira, setembro 21, 2020
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Futebol do Flamengo precisa de choque de gestão e ousadia.

Foto: Divulgação

BUTECO
DO FLAMENGO:
Em meio a um clima político sujeito a chuvas e trovoadas graças a
péssima performance no time de futebol, que apresenta um jogo sem força, sem
identidade, sem alma ou talento, o Flamengo foi a Volta Redonda, e, em meio a
um público pequeno de cerca de 2.500 abnegados, sofreu para empatar com o time
arrumadinho do Chapecoense.

Jayme
é o técnico interino. Então não espere grandes coisas deste pacote. Demora a
substituir, tem preferência por jogadores que já atuaram com ele e tem uma
precária visão de jogo. Por algum motivo ele ainda trabalha no Flamengo depois
de jogar o clube na lama na sua primeira demissão. Mas, veio o Luxemburgo, que
pediu para ele ser reintegrado. O que foi feito alegremente pelo EBM, que gosta
dele, e assim a presença do Jayme voltou a nos assolar, permanecendo,
inclusive, com a demissão do Luxemburgo.
Começou
o jogo com o time animado. Vizeu, escalado como centroavante, finalmente era
uma referência necessária no ataque. E logo fez um gol em jogada pela direita.
Flamengo bem. Parecia que seria uma noite ao menos não vexatória, como outros
jogos.
Mas o
juiz resolveu atrapalhar. Inventou um pênalti grotesco pro Chapecoense, que não
só empatou como contundiu nosso melhor zagueiro e capitão Juan. Flamengo,
então, desfaleceu em campo. Perdeu completamente o prumo. Entrou o zagueiro
inexperiente Rafael Dumas e o Flamengo ficou em campo com 100% dos zagueiros
disponíveis no elenco. Nenhum deles pode se contundir. O que evidencia o péssimo
trabalho do Rodrigo Caetano, do futebol como um todo, no Planejamento, entre
outros itens.
Chapecoense
se defendia em seu campo, dando poucos espaços, e os jogadores do Flamengo se
escondiam um atrás do outro, dando poucas opções de passe. O juiz, aspirante
FIFA, como sempre, amarelando como podia os jogadores do Flamengo. Numa sanha
de se mostrar útil ao dono da arbitragem da CBF. Com este jogo certamente
conseguiu um passo adiante na indicação, pois em uma jogada ríspida de Everton,
que levantou um pouco mais a perna, deu cartão vermelho para o jogador onde
certamente cabia um amarelo. Deixando o inoperante Flamengo com 10.
Jayme,
com sua pouca inteligência de jogo, sacou a única referência posicional no
ataque, o Vizeu, e colocou Ederson. No que foi merecidamente chamado de
“burro” Depois tirou Cirino e colocou Mancuello para melhorar o
passe? Não. Colocou…Sheik. E o Flamengo totalmente bagunçado, levou o segundo
gol da Chapecoense. Ederson, completamente aturdido em campo, fez uma falta
burra e desnecessária na entrada de nossa área.. PV, que até então fazia uma
boa partida armou a barreira e ficou postado no meio do gol. Bateram a falta, a
um metro de distância do PV, esticou seus bracinhos curtos mas não foi o
suficiente, Chapecoense 2 x 1 e crise na Gávea e redes sociais. Xingamentos,
ofensas, desespero. É duro ver seu time sendo representado por
“aquilo” na TV. Não é Flamengo. É uma impostura. O Flamengo que se
quer “profissional” não pode ser amador complacente. Precisa cobrar
resultados, performance e metas. E se não alcança rever seus fluxos decisórios,
cadeia de comando, etc. É evidente que há um enorme problema no poder do
Flamengo que não consegue fazer com que seu core-business funcione a contento.
Muito cacique dando decisão? Muito amador deslumbrado? Profissionais bem
remunerados entregando péssimos serviços? O fato é que nem o Presidente nem o
VP de Futebol ASSUMEM o futebol como donos do negócio. Seja institucional como
presidente do Clube, seja do negócio, da pasta, como VP amador. Não dão
declarações pós-derrota, não botam a cara, se escondem por trás de comunicados
que “haverão decisões a serem tomadas” com declarações de que tudo
“está indo muito bem”, em meio a derrotas e vexames diversos.
O
futebol do Flamengo precisa de um DONO. Uma pessoa que assuma a parada como de
responsabilidade dela e solta e manda prender. 
Não será o Rodrigo Caetano, um profissional sem sangue, nem Fernando
Gonçalves, o psicólogo-consultor de Fred Luz. Também não será Fred Luz, que
sendo responsável pela Instituição como um todo, deveria apenas COBRAR dos
profissionais por metas especificadas em conjunto pelo Conselho Diretor e
intervir na pasta o menos possível para não atrapalhar a cadeia de comando.
Também não será o EBM, porque não tem este perfil de conduta. E , ao que me
parece, pelos meses perdidos em 2016, não será o Godinho. Não serve como VP e
aposto que ele, como executivo, certamente demitiria alguém em seu negócio que
entregasse os resultados podres que ele entrega enquanto VP. Precisa ser coerente
com ele mesmo e com o Flamengo, e se afastar.
Enfim,
que nem acabei o jogo ainda. O juiz, no final, sabe-se lá por piedade de ver o
Flamengo tão ruim e inepto, inventou um pênalti para o Flamengo cometido pelo
outrora zagueiro do Flamengo, o Marcelão da Massa. Alan Patrick cobrou e o
Flamengo empatou. Não é para comemorar.
É para
mudar. E esta mudança não será realizada com a vinda do Abel, como está
especulado. É mais um técnico arcaico, medalhão, cuja fase passou. Igual a do
Sheik, por exemplo. O Futebol do Flamengo precisa de choque de gestão e
ousadia. De contratar Sampaoli por exemplo, e/ou demitir Jayme e fazer do bom
técnico Zé Ricardo de interino. E zagueiros. Contratar um caro e inútil
Fernandinho ao invés de zagueiro é algo que nunca terá explicação racional.
Flavio
H Souza

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