segunda-feira, setembro 28, 2020
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Gilmar elogia Caetano e jogadores: “Souberam honrar o Flamengo.”

Diego deixando ônibus do Flamengo e cumprimentando Godinho – Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

GILMAR
FERREIRA
: A frase foi mais ou menos essa:

“Jogar
em um estádio emprestado é perder a identidade”.
Se não
com essas palavras, algo muito parecido.
Era um
desabafo do zagueiro Leo, do Cruzeiro, que tentava resumir o martírio do time
que, sem estádio para chamar de seu em função de obras de reformas no Mineirão
e no Independência, só escapou da queda à Série B na última rodada do
Brasileiro de 2011.
E com
sonora goleada de 6 a 1 sobre o principal rival _ que, registre-se, encarou o
mesmo perrengue e terminou a competição no 15° lugar, um a frente do Cruzeiro,
o prineiro fora da zona degola naquele ano.
POIS
ESTE foi o cenário vivido pelo Flamengo nestas primeiras (sic) 31 rodadas do
Brasileiro deste ano.
Mesmo
assim, venceu onze (perdeu apenas dois!) dos 15 jogos que fez com o chamado
“campo emprestado” _ ou alugado, para sermos mais fiéis.
Talvez
por isso jamais se discutiu a fundo o impacto desta falta de planejamento da
diretoria rubro-negra.
Como o
time sempre venceu como se jogasse em casa em qualquer estádio do Brasil,
poucos tiveram ou têm noção do quanto isso é verdadeiramente nocivo ao
rendimento de excelência um time competitivo.
E com
nível de cobrança imposto a um clube como o Flamengo!
A
VOLTA AO MARACANÃ no jogo desta tarde contra o Corinthians não deveria (embora
seja!) marcar tão somente o “sprint” rumo ao ainda possível título.
O jogo
deveria ser de festa e reverência a um grupo que soube honrar com o compromisso
firmado com a instituição.
E aqui
vai um elogio muito particular (mas necessário!) ao trabalho de Rodrigo
Caetano, que mais uma vez mostrou competência e eficiência no planejamento, na
administração dos ativos e dos conflitos e na condução dos interesses da
unidade de negócio que ele gere sem paixão e com profissionalismo _ como deve
ser.
E PARA
QUEM ainda tem dúvidas do quão importante é ter um campo para chamar de seu
basta uma olhada na campanha do Botafogo.
Dos
sete jogos em que teve o mando, mas não tinha o campo, venceu três, perdeu dois
e empatou dois.
Nos
últimos sete com a Arena da Ilha, venceu seis e perdeu um.
É
injusto dizer, portanto, que o time melhorou com a saída de Ricardo Gomes e a
chegada de Jair Ventura.
O
fator campo jogou com o time e mexeu com a autoconfiança dos jogadores.
Não
duvidem…

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