sábado, setembro 26, 2020
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“Jogar no Flamengo foi extraordinário”, exalta Walter Herrmann.

Foto: Divulgação

GARRAFÃO
RUBRO-NEGRO
: A passagem de Walter Herrmann pelo Flamengo durou apenas um ano,
mas ficou marcada por títulos expressivos. O campeão olímpico desembarcou no
Rio de Janeiro em agosto de 2014 e se despediu exatamente um ano depois.
Durante o período, conquistou Estadual, Mundial de Clubes e NBB, além de
disputar os três amistosos da pré-temporada da NBA (Memphis Grizzlies, Orlando
Magic e Phoenix Suns).

Hoje
atleta do Obras Sanitarias, o argentino atendeu nossa reportagem por e-mail e
falou sobre a relação com o Fla:
“A
verdade dos fatos é que eu tive uma surpresa positiva quando cheguei ao Brasil.
Imaginava uma rivalidade muito grande entre argentinos e brasileiros, mas vi
que é só na área esportiva. Os torcedores rubro-negros fizeram eu me sentir em
casa e eu só guardo boas recorações da minha estadia no Rio de Janeiro. Jogar
no Flamengo foi extraordinário, uma experiência única na minha carreira, ainda
mais, pela conquista do Mundial.”
Herrmann
avaliou a estrutura do basquete brasileiro e, de forma bem coerente, fez
algumas comparações com o esporte praticado em seu país de origem:
“A
estrutura do Brasil é boa e está melhorando a cada ano. Nesse aspecto, não vejo
diferenças com a Argentina. São duas ligas importantes e que, pouco a pouco,
estão elevando seu nível e sua organização. Fisicamente e tecnicamente, são
ligas parecidas, mas no meu país, noto que existe uma paridade entre os
elencos. No ano que joguei no Flamengo, percebi que existia uma boa diferença
dos cinco primeiros para o restante. Independente disso, a forma de jogar é
muito parecida.”
Ao
relembrar da participação na pré-temporada da NBA, o veterano ressaltou a
importância da experiência e abordou a jogada que viralizou na internet:
“Jogar
contra as três franquias da NBA foi algo muito bonito. Era a primeira vez na
história que uma equipe brasileira tinha a oportunidade de disputar uma
pré-temporada da maior liga do planeta em solo norte-americano. Isso foi uma
honra, uma linda experiência, sobretudo, para alguns jogadores que não tiveram
a oportunidade de jogar lá. Pessoalmente, desfrutei bastante. E, realmente,
contra o Phoenix, fiz uma jogada que acabou tendo bastante repercussão nas
redes sociais.”
Após
sair do time da Gávea, o destino apontou para o San Lorenzo, seu clube do
coração. No ‘Ciclón’, conquistou o título da Liga principal, mas não permaneceu
para esta temporada. No Obras, a expectativa é a mesma de sempre:
“Ser
o MVP da final pelo San Lorenzo, para mim, foi um orgulho enorme.
Principalmente, pelo fato de ser o clube que torço desde pequeno. Mas já
passou. Jogar no Obras será um desafio muito bonito, pois minha expectativa de
conquistar o campeonato mais uma vez, com uma camisa diferente, vai ser
renovada. Creio que um clube com a história do Obras tem que estar sempre
disputando títulos.”

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