quarta-feira, setembro 23, 2020
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Jornalista destaca ‘queda de braço’ entre dirigentes como obstáculo para longa hegemonia do Flamengo

A demissão de Paulo Pelaipe pegou flamenguistas e dirigentes de surpresa na última segunda-feira (06). O agora ex-funcionário era a pessoa de confiança e braço direito do vice-presidente de futebol, Marcos Braz – e, também, um dos principais responsáveis pela chegada de Jorge Jesus ao Flamengo. Ao que tudo indica, o desligamento de Pelaipe é mais um capítulo da queda de braço travada entre Luiz Eduardo Baptista, o BAP, e Braz.

Para Marcel Rizzo, no entanto, o cenário conturbado e a ”guerra fria” declarada entre dirigentes é, também, o principal obstáculo para criar-se uma hegemonia no futebol nacional. Em seu blog para o portal ‘UOL’, o jornalista afirma que o ”amadorismo dos dirigentes brasileiros impede isso”.

– É óbvio que em um meio que circula tanto dinheiro e no qual as pessoas ficam famosas da noite para o dia ao assumir um cargo executivo no departamento de futebol pode ser difícil controlar egos. É óbvio que não é preciso ter amizade com seu companheiro de trabalho para que a produtividade apareça, e o Flamengo do segundo semestre de 2019 mostra isso: os diretores Marcos Braz e Luiz Eduardo Baptista, o Bap, nunca se entenderam, mas o time venceu e convenceu -, escreveu.

FOTO: DIVULGAÇÃO

O jornalista ainda explica a diferença entre trabalhar apenas por resultados e com paixão. Além de aconselhar o melhor caminho para o Flamengo nesta temporada.

– Fica difícil imaginar que em 2020 o Flamengo possa perder a hegemonia do futebol brasileiros. Isso, claro, se um clube de futebol fosse administrado como uma empresa. Com paixão envolvida acontecem coisas estranhas, como a demissão de Pelaipe por meio do RH sem que seu superior soubesse. O Flamengo deveria olhar para o passado, é sempre bom. Nunca houve hegemonia longa no futebol brasileiro moderno porque dirigentes, enciumados com o sucesso dos outros, boicotaram seus clubes, mesmo que não soubessem disso à época -, afirmou.

Marcos Braz, citado como desafeição de BAP, não foi informado por Landim, presidente do Flamengo, da demissão de Paulo Pelaipe. Apesar disso, o vice-presidente de futebol não cogita deixar seu cargo.

Por: Coluna do Fla

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