domingo, setembro 20, 2020
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Liga Sul-Minas-Rio pode sair de forma independente.

CARLOS
EDUARDO MANSUR – Presidente da Primeira Liga, que reúne 15 clubes do Rio, Minas
Gerais e Sul do país, Gilvan Tavares não descarta reunir-se com Marco Polo Del
Nero, presidente da CBF. No entanto, ao contrário do que a confederação vem
repetindo, não vê arestas a aparar e nem ajustes necessários para que a Liga
Rio-Sul-Minas aconteça em 2016. Os clubes membros admitem dialogar para obter o
reconhecimento da CBF e a inclusão da competição no calendário oficial do ano
que vem. Mas trabalham para fazer a competição, mesmo que de forma
independente, como iniciativa dos clubes. A ideia cresce na nova entidade.

Vai ter o encontro porque não queremos desarmonia, briga. Estamos criando
oportunidade de receita para os clubes. Mas não é preciso ter autorização ou
reconhecimento para realizar o torneio. E quem tem passado que é preciso fazer
ajustes, está enganado. Foi o departamento de competições da CBF que fez a
tabela. Não há ajuste necessário – disse Gilvan, que também preside o Cruzeiro.
A
ideia da independência prevalece entre os dirigentes dos clubes membros da
liga. A maioria deles dá pouca importância à próxima reunião entre CBF e a nova
entidade. Acreditam que o torneio estará definitivamente viabilizado assim que
sua comercialização for concluída, ou seja, assim que fechar contrato de TV e
cessão de direitos comerciais a patrocinadores. Uma nova reunião da Liga
acontece dia 12, em Belo Horizonte. O objetivo é avançar nos aspectos
comerciais da competição.

Clubes se juntam no início do ano para fazer torneios amistosos. Qual a
diferença? – diz Gilvan.
A
última Assembleia Geral da CBF, reunindo as federações estaduais, impôs
condições para o reconhecimento da Liga: adaptação ao calendário de 2016,
respeito ao espaço mínimo de 60 horas entre jogos e sem sobreposição com jogos
dos Estaduais, além de respeito aos estatutos das federações. Este ponto impõe
uma autorização, por exemplo, da Federação do Rio (Ferj) a Flamengo e
Fluminense. 
A
CBF entende que foi ao limite de sua capacidade de mediação no litígio carioca.
Prega o diáglogo direto entre a federação e os clubes, mas o canal segue
fechado. Flamengo e Fluminense alegam não ver a Federação caminhar no sentido
de atender suas reivindicações de reformas de governança e organização do
Campeonato Estadual. E não parecem dispostos a negociar.

Não tem diálogo. Acho muito improvável – afirma o presidente do Flamengo,
Eduardo Bandeira de Mello.

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