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Luxemburgo causa polêmica ao falar do racismo no futebol

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O assasinato de George Floyd por um policial nos Estados Unidos gerou uma onda de protestos no país. A revolta e a cobrança pela punição dos policiais chegou também em outros países, tendo o Brasil como um dos grandes exemplos. Em entrevista concedida a Folha de São Paulo, Vanderlei Luxemburgo, treinador do Palmeiras, minimizou o racismo no futebol.

TIANJIN, CHINA – SEPTEMBER 28: (CHINA OUT) Vanderlei Luxemburgo, new head coach of Tianjin Songjiang Football Club, visits the club’s football training base on September 28, 2015 in Tianjin, China. (Photo by VCG/VCG via Getty Images)

”Essa questão aflorou muito nos Estados Unidos. É uma discussão bem doida para se chegar ao consenso. O que houve lá foi brutal, foi uma covardia. Aqui no Brasil existem algumas situações. Mas eu vejo em algumas situações que se tratam como racismo o que é totalmente desnecessário se tratar como racismo. Isso o que aconteceu é racismo. Existiu uma ira, uma raiva. Da mesma forma como morreu, morre muito branco também de formas agressivas, de sacrificar. Acho que os atos de racismo no futebol são provocados e eu achava que deveriam ser deixado de lado. Dão muito prestígio, muito moral à maneira como se trata o racismo no futebol. Nada mais é do que uma bobagem, ao meu ver. Aquilo, sim, que o cara fez (nos Estados Unidos) é racismo puro. Mas no futebol o cara brincar com o outro, gozar o outro para desestabilizar o camarada, dizer que aquilo ali é ato de racismo, não sei.”, declarou Luxemburgo.

No Brasil, é comum ver atitudes racistas nas arquibancadas e até dentro de campo, com os próprios jogadores. Essa situação gera muita revolta, mas continua acontecendo com uma frequência muito grande.

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