quarta-feira, setembro 30, 2020
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Mancuello é exemplo de bom negócio fechado no Fla: ‘Não vale trocar e-mail’

UOL – Torcedores ansiosos e dirigentes
pregando o “erro zero”. Este é o panorama do Flamengo na busca para fechar o
elenco que irá representá-lo na primeira parte da temporada. A diretoria
prioriza a chegada de um zagueiro, descarta a pressa e trata a negociação com o
argentino Mancuello como o exemplo a
ser seguido.
Embora um número considerável de
flamenguistas manifeste nas redes sociais o desejo pela contratação do volante
chileno Marcelo Díaz, o comitê de futebol definiu que o alvo principal é um
zagueiro para assumir a titularidade incontestável. E a negociação promete não
ser das mais simples. O Rubro-negro mapeia o mercado sul-americano e calcula
que gastará em torno de R$ 10 milhões na aquisição de um defensor de ponta.
Pelos valores envolvidos e a necessidade de
acertar, o vice-presidente de futebol Flávio Godinho deixou claro que o Flamengo
não tem pressa no mercado.
“Tínhamos um goleiro, um meia e um
zagueiro na lista de prioridades. Goleiro é o Alex Muralha, meia é o Mancuello
e ainda vamos buscar um zagueiro. Pode ser que [o prazo] expire na última
semana de janeiro ou em fevereiro, até mais além. O fato é que temos um grupo
preparado e sintonizado com o técnico. Vamos reforçar o elenco quando chegar a
hora. Perdemos um tempo maior na identificação do alvo certo. Só que não
podemos errar. Não adianta contratar por contratar. Nem sempre as negociações
são rápidas, como não foi a do Mancuello”, afirmou.
O meia argentino, que teve 90% dos direitos econômicos comprados ao Independiente-ARGpor R$ 12 milhões, é o exemplo a ser seguido na Gávea. As tratativas se
arrastaram por semanas e os dirigentes conseguiram o que queriam nas reuniões
com os argentinos.
É assim que o Flamengo deseja fechar com o
zagueiro escolhido. Negociações por e-mail estão descartadas, assim como a
presença no momento decisivo é tratada como imprescindível.

“Sou adepto da negociação olho no olho,
cara a cara. Por e-mail não funciona. Se trabalhamos com atletas de outro país,
temos que pegar o avião e conversar com eles. É a única forma de esgotar a
negociação. O exemplo do Mancuello é
latente. No final das contas, o que fez a diferença foi a possibilidade de
comprar 90% dos direitos econômicos do atleta. Isso você só consegue ao vivo.
Não adianta trocar e-mail. Depois, se necessário, esgotamos os últimos aspectos
da negociação por telefone”, encerrou Godinho.

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