sábado, setembro 26, 2020
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Mano diz que se arrependeu de ter passado pelo Flamengo.

Flamengo é hostilizado em Recife, e Cristóvão recebe apoio dos jogadores

GOAL –
Seis meses depois de sua passagem sem sucesso pela Seleção Brasileira, Mano
Menezes aceitou o desafio de dirigir o Flamengo. O período na Gávea, porém, não
agradou ao técnico e ele garante que, se pudesse voltar atrás, não aceitaria o
convite para treinar a equipe do Rio de Janeiro.
“É que
a passagem foi efêmera. Foi ruim, gostaria que ela não tivesse acontecido.
Chegamos a um momento e eu senti que as coisas não iriam andar. Talvez, deveria
esperar um momento maior para voltar a trabalhar”, disse em entrevista à ESPN
Brasil.
“O
futebol exige uma grande dose de paciência. A convivência do dia a dia desgasta
muito. Você tem que estar muito forte para trabalhar e eu acho que não estava
com muita paciência”, acrescentou.
Mano
Menezes assinou com o Flamengo em junho de 2013. O técnico chegou à marca de
50% de aproveitamento em 22 partidas, com nove vitórias (incluindo um amistoso
contra o São Paulo), seis empates e sete derrotas. Ele deixou o clube na 15ª
posição no Brasileiro de 2013, com 26 pontos. À época, apenas dois a mais que o
Criciúma, primeiro do Z-4. Sob seu comando, o time não conseguiu sequer duas
vitórias consecutivas.
A
passagem pela Gávea não foi a única análise feita por Mano Menezes. Ele avaliou
também o seu trabalho na Seleção Brasileira de futebol e garante que entregou o
cargo a Luiz Felipe Scolari, em dezembro de 2012, em melhores condições do que
recebeu em agosto de 2010, logo após a Copa do Mundo da África do Sul.
“Não
tenha dúvidas (que entreguei a Seleção melhor que recebi). Quando chegamos lá,
não tinha absolutamente nada. A única pessoa que tinha informações sobre a
Seleção Brasileira era a secretária da Confederação (Brasileira de Futebol)”,
comentou.
“(O
Felipão) Não (me ligou). Não sei (se deveria me ligar). É uma questão pessoal.
O que eu fiz, porque quando cheguei à Confederação Brasileira de Futebol (CBF),
encontrei todas as informações sobre jogadores, sobre dados da Seleção, em uma
salinha em um armário que não tinha quase nada dentro”, declarou.
“Imaginei
e pedi à minha comissão técnica que começássemos a nos preocupar em guardar
tudo. Então pegamos todas elas e colocamos em uma base de dados e eu entreguei
pessoalmente ao Parreira. Aí tinha todas as convocações, quantas vezes cada
jogou, quantos minutos. Só não colocamos a avaliação pessoal, porque não tinha
razão, até porque não iria me expor. Tudo estava lá para que eles pudessem
saber tudo”, concluiu.

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