Matadores nos Estaduais sofrem no Brasileirão.

Fotos GazetaPress

ESPN: Ser
artilheiro no Estadual dá moral para o restante da temporada? Pode até ser
verdade, mas ao menos neste ano não tem sido assim. Dos 20 clubes da Série A,
seis fizeram um artilheiro nas disputas locais e agora vêm seus goleadores
naufragarem no nacional.

O pior
desempenho é do peruano Paolo Guerrero. Ele foi o goleador máximo do Carioca,
com dez bolas nas redes. Porém, passou em branco em quatro jogos na Série A.
Fred,
Gilberto, Kléber e André Lima engrossam a lista de matatores em baixa. Cada um
deles marcou somente um tento no Brasileiro, sem qualquer lembrança dos feitos
nos Estaduais.
O
atacante do Atlético-MG fez dez gols no Mineiro. No total, Fred tem 19 tentos
em 26 partidas no ano. Apesar de ser um dos principais goleadores do futebol
nacional em 2017, decepciona no Brasileiro: em seis compromissos fez um único
gol.
Gilberto
fez nove gols pelo São Paulo no Paulista, dividindo a artilharia do torneio com
Willian Pottker, então atacante da Ponte Preta. Mas no Brasileiro fez um tento
em cinco jogos. Vale lembrar que Pottker não está neste “ranking”
porque disputa a Série B pelo Inter.
Kléber,
o Gladiador, fez 11 gols pelo Coritiba no Campeonato Paranaense. Já na Série A
fez apenas um em sete confrontos e foi em cobrança de pênalti.
André
Lima terminou como o artilheiro do Campeonato Baiano, com sete gols. Agora, em
dois jogos no Campeonato Brasileiro, tem um gol marcado.
Além
dos cinco nomes citados, há ainda o equatoriano Miller Bolaños, artilheiro do
Gaúcho com sete gols. Mas o atacante do Grêmio ainda não consta no
“ranking” porque não entrou em campo neste Brasileiro. Ele
recupera-se de uma distensão muscular na coxa direita.
O
Bahia não teve um artilheiro no Baiano, mas teve o goleador máximo na Copa do
Nordeste. Foi o meia Régis: seis tentos. No Brasileiro, a média dele é boa:
dois gols em dois jogos.
Vale
lembrar que o artilheiro do Brasileiro é Henrique Dourado, do Fluminense, com
oito gols em oito jogos. Tem a excelente média de um gol por jogo. No Carioca,
ele fez seis e foi apenas o quinto na lista de artilharia geral.
Também estão devendo
Participam
da Série A do Brasileiro clubes de nove estados diferentes. São baianos,
cariocas, catarinenses, gaúchos, mineiros, paranaenses, paulistas, um goaino e
um pernambucano.
De
todos, apenas os representantes de Santa Catarina (Avaí e Chapecoense), Goiás
(Atlético-GO) e Pernambucano (Sport) não fizeram um artilheiro no Estadual.
Se
considerarmos os goleadores dessas equipes nos torneios locais, é possível
concluir que o desempenho no Brasileiro também tem deixado a desejar.
O
melhor marcador do Sport no Pernambucano foi Juninho, com três gols. No
Brasileiro ele não fez nenhum. Situação idêntica à de Júnior Viçosa, com a
diferença que este marcou seis tentos pelo Atlético no Campeonato Goiano.
Entre
os catarinenses que jogam a Série A, o atacante Wellington Paulista, da
Chapecoense, fez seis gols no Estadual. No Brasileiro, fez três em oitos jogos.
Pelo Avaí, o atacante Denílson fez três tentos no Catarinense. Já na Série A
foram três jogos e nenhum gol.

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