segunda-feira, setembro 28, 2020
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Meia do Santos alerta para bola aérea do Flamengo.

Foto: Divulgação

LANCE:
Apresentar Renato à torcida do Santos é absolutamente desnecessário. Bicampeão
brasileiro em 2002 e 2004, o “novo e velho” camisa 8 do Peixe é um
dos líderes do time que tem encantado pelo jeito de jogar este ano. Mesmo
consagrado, com passagens vencedoras pela Espanha e até pela Seleção
Brasileira, o “vovô” ainda tem a sede de um menino e a elegância em
seu estilo para aumentar sua galeria de títulos e levar o clube à conquista
nacional.

Embora
seja, aos 37 anos, o atleta mais experiente do atual elenco, Renato completará
nesta quarta-feira, às 21h45, diante do Flamengo, na Arena Pantanal, sua 63ª
partida sob o comando de Dorival Júnior e passará o jovem Zeca como jogador de
linha que mais atuou com o treinador.
Apesar
do mando de jogo, o Santos sabe que jogará “fora de casa”, já que o
torcedor rubro-negro costuma comparecer em grande número mesmo quando o time
joga fora do Rio de Janeiro. Ciente da necessidade de vitória para manter acesa
a chama do título brasileiro, a voz da experiência do Santos concedeu
entrevista ao LANCE!, comentou sobre o amadurecimento do atual elenco, a
diferença entre os “Renatos”, o ótimo retrospecto contra o rival
desta noite e expôs o desejo de fincar ainda mais o seu nome na história do
clube.
Em 15 jogos na carreira contra o Flamengo,
você só perdeu dois. Como justificar essa “freguesia”?
Quando
estive do lado do Botafogo, era clássico e a maior rivalidade é o Flamengo, não
tem jeito. São jogos especiais para o torcedor, mas sei que o Flamengo é uma
grande equipe. Para jogar esses jogos tem que dar um algo a mais. Nas nossas
vitórias, tivemos oportunidades, fizemos gols e levamos vantagem sobre o
Flamengo, mas sabemos que eles têm qualidade.
“Fora de casa”, como se portar
diante do Flamengo?
Sabemos
que do outro lado tem jogadores com qualidade, cascudos, que sabem jogar. Vão
ter maioria no estádio, temos essa consciência. O importante é que além da
parte técnica a gente tenha esse lado cancheiro de brigar um pouco mais e acho
que no decorrer do jogo a gente precisa manter nossa filosofia, não mudar
muito, não dar contra-ataque ao Flamengo e ter atenção na bola parada. Os dois
zagueiros cabeceiam bem, além do Guerrero. Temos que manter isso para sair com
a vitória.

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