quinta-feira, outubro 1, 2020
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Mesmo na Superliga, Flamengo manterá auto-suficiência.

Ninho
da Nação – Depois da turma do basquete, no último sábado a Gávea presenciou o
reencontro de grandes atletas do vôlei que já vestiram o Manto Rubro Negro.

Cumprindo
o ciclo de reestruturação da sede, o ginásio Togo Renan Soares, Kanela, teve o
vestiário reformado, recebeu uma nova programação visual e contou com homenagem
à geração antiga do vôlei: Isabel, Jackeline, Bernard e Nalbert.
O
mesmo modelo de evento se dará na sequência com os atletas do judô e a
inauguração da arena de lutas, depois a ginástica com a reinauguração do
ginásio Cláudio Coutinho, por fim, uma grande festa para a turma da natação com
a inauguração do parque aquático.
É um
Flamengo que valoriza sua história e agora pensa no presente. Já é de
conhecimento que o clube quer voltar a disputar a Superliga de vôlei. A
diretoria afirma que nada será dito antes do acerto final com a CBV e os clubes
participantes.
Mas
uma coisa está clara: o Manto Rubro Negro não será terceirizado. Nada tem nada
de soberba, apenas respeito às tradições olímpicas da Gávea. Se, ao final do
curso da negociação, alguma parceria for estabelecida, será o time do Flamengo,
com sede no Rio de Janeiro e filiado à Federação Carioca.
O
custo para se formar uma equipe de vôlei é altíssimo. O Cruzeiro, campeão da
Superliga Masculina, gasta o dobro do time de basquete Rubro Negro campeão
mundial. O time feminino do Rexona, campeão da Superliga feminina, é 30% mais
caro.
Qualquer
movimento será dado com segurança, como é de praxe da atual gestão que comanda
os esportes olímpicos e os tornaram sustentáveis e independentes do futebol. É
bom a torcida não esperar, no primeiro ano de competição, se ocorrer, uma super
equipe com astros da seleção brasileira.
Opinião
do blog:
vem time próprio, sem muito investimento, sob a promessa de aumentar o
orçamento a cada temporada. Até porque se propusessem a criação de um time já
com a promessa de tirar as estrelas dos adversários, é evidente que ninguém
dará o aval para o Flamengo participar da competição. E lembremos: o aval
precisa ser de todos os participantes da Superliga.
O
diretor de competições da Confederação, Radamés Lattati, é sócio-proprietário
do Flamengo e chegou a ser gerente de futebol em 2003. E, uma boa notícia que
pode ajudar na negociação: apoiou e declarou voto à chapa da atual gestão.

A
cúpula Rubro Negra está otimista com as conversas que vem tendo com clubes e
Confederação Brasileira de Vôlei. Em duas ou três semanas, tudo será consumado.

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