quinta-feira, outubro 1, 2020
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Meu pedaço de chão.

Foto: Divulgação

BUTECO DO FLAMENGO: O assunto que está na pauta, na ordem
do dia é estádio. Já escrevi alguns textos sobre o tema. Tentarei ser rápido
desta vez, abrindo o leque e deixando a discussão para os leitores e
comentaristas do blog. Entendo que as vantagens que um bom planejamento pode
gerar, ganhos reais com vendas de camarotes, direitos de nome, espaços para
lojas, bares e restaurantes, ou os valores subjetivos como o orgulho dos
realizadores ao ver uma construção notável ganhar forma, ou a satisfação de uma
torcida gigantesca e apaixonada ao ver seu time dar um passo tão importante.
Sonhando, tiramos nossos pezinhos do chão.

Vislumbro que para dar certo, o Flamengo teria que gerar um
projeto que fosse bem além dos seus próprios interesses imediatos, com aliados
na luta para conseguir o terreno e os recursos para a construção. O problema é
que cada um desses terrenos teria que ser adquirido – factualmente ou através
de algum acordo com o proprietário e/ou o poder público – e a construção seria
alvo de pressões políticas, associações de moradores, times rivais. A
construção de um estádio, simplesmente, deixaria o Flamengo sozinho na luta
política pela sua conclusão.
O terreno para o estádio deve ser escolhido, aprovado,
comprado (arrendado, adquirido, negociado) de forma – Onde – por algum acordo
com o proprietário e/ou o poder público se inicie a construção. Em qualquer
hipótese o clube sofrerá pressões de associações de moradores, clubes rivais,
imprensa, poder público, etc. Essa batalha, que deve ser encarada, certamente
deixará o Flamengo sozinho (Sozinho não! A torcida vai junto!) na luta
política. Vejo que para dar certo, o projeto, teria que avançar na perspectiva
de se “ter um estádio por ter” e do trânsito.
O Clube deve demonstrar a sociedade o valor e a importância
do projeto, os benefícios para todos, mesmo os torcedores rivais. Os projetos
abaixo tem potencial viário, e inclusive impactando positivamente na mobilidade
urbana. Alguns terrenos foram analisados com todos os seus prós e contras, sem
um parecer profundo, apenas uma análise superficial dos mesmos. Parte dos
terrenos tem caracerísticas e semelhanças, portanto estão discriminados na
mesma “zona de influência”.
Eis as opções: Terra Encantada, Engenhão, Gávea, Jockey
Club (também na Gávea) Detran (Irajá, no entroncamento entre a Av. Brasil e a
Via Dutra), Refinaria de Manguinhos, Ilha do Fundão, CEFAN (terreno da Marinha
na altura de Olaria, na Av. Brasil), Trevo das Margaridas, Parque Olímpico
(Barra) e Ilha de Pombeba, Gasômetro, Trevo das Margaridas (na Altura de Brás
de Pina, no entroncamento com a Rodovia Washington Luís), CEFAN, Fundão e o
Parque Olímpico (Barra).

De uma forma ou de outra já falei sobre todos eles em meus
textos, seus prós e contras. Gostaria de saber de vocês: Brigam pelo Maracanã
ou buscam um estádio próprio? E em quais condições?
Luiz Filho

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