sexta-feira, setembro 18, 2020
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Muricy é quem menos faz e que mais demora para substituir.

NUMERÓLOGOS:
No clássico entre Flamengo e Fluminense disputado no último domingo no
Pacaembu, o técnico rubro-negro Muricy Ramalho abriu mão de fazer a terceira
substituição a que tinha direito. Não foi um caso isolado. O Flamengo tem sido
até agora nesta temporada, de longe, o clube que mais deixa de trocar seus
jogadores, considerando todos os 20 times que vão disputar a Série A do
Brasileirão 2016 e também o Vasco, que jogará a Série B (confira a lista
completa na tabela abaixo).
Em 14
jogos (10 pelo Carioca, 3 pela Primeira Liga e 1 pela Copa do Brasil), Muricy
só fez as três trocas em seis oportunidades. Em outros seis jogos (contra
Boavista, Macaé, Bangu, Cabofriense e Fluminense, pelo Carioca, e Figueirense,
pela Primeira Liga), o treinador fez duas trocas. Em duas partidas (contra
Vasco e Madureira), Muricy só substituiu um jogador.
Ao
todo, o treinador do Flamengo desistiu de 10 substituições, fazendo 32 das 42
que poderia. No comparativo com seus rivais cariocas, a diferença fica clara.
No Botafogo, Ricardo Gomes até deixou de fazer duas trocas (uma em cada
Clássico Vovô), realizando 28 de 30 possíveis. Já no Vasco de Jorginho e no
Fluminense – que começou com Eduardo Baptista, passou pelo interino Marcão e
hoje é comandado por Levir Culpi – todas as substituições foram feitas. O
Cruz-Maltino fez 30 de 30, e o Tricolor, 36 de 36.
Muricy
não só troca menos, como também troca mais tarde, em média. Novamente no
comparativo com os outros grandes do Rio de Janeiro, os reservas do Flamengo
são os que menos tempo ficam em campo, com 21min31 aproximadamente. Os
suplentes do Vasco que entram durante os jogos, por exemplo, ficam em campo por
29min22, em média. A diferença se acentua em relação ao Botafogo, cujos
reservas jogam por 30min28, e ao Fluminense, que dá 34min33 a quem vem do
banco.
No que
diz respeito ao total de substituições não-feitas, a distância do Flamengo (que
não fez 10) para qualquer outro time da Série A é grande. O Grêmio, do técnico
Roger Machado, é o que mais se aproxima em números absolutos, tendo deixado de
realizar apenas três substituições do total de 48 que poderia. Onze dos 21
times analisados fizeram 100% das trocas, três times deixaram de fazer uma,
cinco deixaram de fazer duas no total acumulado nesta temporada. O Grêmio
deixou de fazer três, e o Flamengo, dez. O Rubro-Negro é o único a
“aproveitar” menos de 93% das trocas, ficando na casa de 76%,
destoando bastante dos demais.

Imagem: GloboEsporte.com

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