No Flamengo, Diego e Guerrero buscam recordes na carreira.

Guerrero e Diego comemorando gol do Flamengo – Foto: Divulgação

UOL: Eles
são as referências do Flamengo desde o segundo semestre do ano passado. Mais do
que os personagens preferidos dos torcedores, Guerrero e Diego são uma espécie
de termômetro do time rubro-negro. Quando estão bem, dificilmente a derrota
passa perto. Se por algum motivo desfalcam a equipe ou jogam mal, o perrengue
em vermelho e preto se faz presente dentro das quatro linhas.

Donos
da goleada por 5 a 1 sobre a Chapecoense, os dois terão a companhia de Everton
Ribeiro em breve. O trio trabalha para ajudar o Flamengo a conquistar títulos
na temporada, mas Diego e Guerrero têm outra motivação especial. As estrelas
buscam as melhores marcas das respectivas carreiras. Os dois, inclusive, não
estão muito longe de números expressivos.
O
peruano anda muito perto do seu melhor ano, ao menos em relação aos gols –
foram três diante dos catarinenses. Em 2013 (Corinthians) e 2016 (Flamengo),
ele fechou a temporada com 18 tentos assinalados. Já são 16 bolas na rede em
2017 e uma média de 0,66 gols por jogo, disparada a melhor da trajetória como
atleta.
Mais
do que gols, Guerrero tem funcionado no aspecto das assistências. Foi dele o
passe para o quarto do Flamengo na goleada. O primeiro hat-trick pelo
Rubro-negro – o último havia sido pelo Corinthians, em 2015 – foi motivo de satisfação
do camisa 9, cada vez mais motivado e em busca de gravar o nome na história do
clube.
“Foram
os meus primeiros três gols pelo Flamengo em um jogo, mas gostaria mesmo de ter
feito mais. Me sinto muito bem. Só quero continuar assim e ajudar o time”,
afirmou.
Diego
voltou a fazer o que dele se espera desde a recente cirurgia no joelho. O
camisa 35 teve uma atuação de gala e assinalou dois gols que misturaram força e
técnica. Dono do meio-campo rubro-negro, ele já tem três bolas na rede a mais
com o mesmo número de jogos pelo Flamengo no ano passado – nove gols em 18
partidas.
A luta
do meia é um pouco mais complicada do que a de Guerrero, mas vista como
possível por quem vive o dia a dia do Ninho do Urubu. Com mais cinco gols em
2017, ele baterá as marcas no futebol brasileiro. Em relação aos números de
toda a carreira, o desafio é superar algumas passagens pelo futebol alemão.
Na
temporada 2006/2007, Diego disputou 50 jogos e fez 15 gols pelo Werder Bremen.
Em 2007/2008, 17 tentos em 43 partidas. Em 2008/2009, 21 gols em 39
compromissos. Pelo Wolfsburg, o meia ainda balançou as redes 13 vezes em 37
jogos na temporada 2012/2013.
“Foi
a minha melhor atuação na atual temporada. Venho de lesão, o que requer um
tempo para a questão física. Isso tem acontecido com o decorrer dos jogos. Os
gols me ajudam muito. Quando saem, trazem um brilho maior. Guerrero e eu
ganhamos um destaque a mais por isso, mas quando o sistema funciona facilita
demais”.

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