“O que aconteceu em Florianópolis foi vergonhoso”, diz jornalista.

Foto: Divulgação

COSME
RIMOLI
: O que foi pior?

A
marcação de um pênalti inexiste de Everton em Diego Tavares?
A
convicção que veio depois dos dois minutos e vinte segundos seguintes?
O jogo
estava 1 a 1.
Estava
claro que os jogadores do Flamengo não permitiam a cobrança.
Enrolavam,
discutiam com todos.
Faziam
o tempo passar deliberadamente.
Não
foi nada espontâneo.
Tudo
para dar tempo do que eles tinham a certeza.
A
televisão mostrar várias vezes que não foi pênalti.
A
convicção dos flamenguistas foi aumentando com o passar do tempo.
Todos
já sabiam que não houve o pênalti.
Se
eles souberam, logo a informação chegaria ao árbitro Paulo Vollkopf.
Ou ele
ou um dos bandeiras.
Ou
ainda um dos auxiliares atrás do gol.
O
quarto árbitro também fica perto dos repórteres.
De
qualquer maneira, depois de 140 segundos, tudo mudou.
O
pênalti marcado foi anulado em Florianópolis.
O
Flamengo escapou da derrota para o Avaí.
O uso
da tecnologia é proibido pela Fifa.
O que
aconteceu em Florianópolis foi vergonhoso.
“De
forma nenhuma, a interferência está de fora de cogitação. Não houve nada. O
erro de procedimento é em relação à comunicação da equipe, não é o padrão que
estabelecemos. Mas interferência externa é sem chances”, disse o
presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Coronel Marinho, sobre o estranho
fenômeno que aconteceu em Santa Catarina.
Se
Marinho confirmasse a interferência seria o caos.
O Avaí
poderia pedir a anulação do jogo.
Esse é
o Brasil…

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