terça-feira, setembro 22, 2020
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Oposição defende ‘Fla popular’ e mudança no sócio-torcedor.

UOL
–  Cacau Cotta lançou a candidatura à
presidência do Flamengo na última sexta-feira (14) e bateu insistentemente na
tecla do “clube popular”. O comandante da chapa União Rubro-Negra
criticou a elitização da torcida na gestão Bandeira de Mello e propôs mudar radicalmente
o plano de sócio-torcedor.

Cotta
acredita que a administração atual limitou os acessos ao programa Nação
Rubro-Negra. Por isso, pretende utilizar um dos patrocinadores para alavancar o
projeto e levá-lo as camadas mais humildes.
“O
sócio-torcedor do Flamengo segrega. É elitista. Isso não tem a ver com pagar
dívidas, algo que também não abro mão. Defendo os preços populares e a gestão
atual está na contramão da história. Temos a Caixa Econômica Federal como
patrocinadora. Por que não fechar um convênio para que os títulos sejam
vendidos nas agências ou casas lotéricas? A mensalidade precisa ser reduzida e
também utilizarmos boletos bancários. Não são todos os torcedores que possuem
cartão de crédito. Em nenhum momento pensaram nisso e o programa não
andou”, afirmou.
Outra
plataforma de campanha envolve o sonho do estádio próprio. Cacau tem a ideia de
utilizar a sede do Morro da Viúva para alcançar o objetivo. Além disso, o atual
acordo com o Consórcio Maracanã foi considerado lesivo ao clube.
“O
nosso estádio passa pela renegociação da dívida sobre o Morro da Viúva. Podemos
permutá-lo para que se transforme em parte do pagamento para o grande sonho. É
um patrimônio que está parado e precisa participar”, comentou.
“Conseguiram
afastar o povo do estádio, o autêntico torcedor sumiu do Maracanã. A empresa
responsável cobra 30% por uma taxa de administração. Fica complicado. O
Flamengo reúne em sua torcida representantes de todas as classes sociais, mas
os menos favorecidos foram excluídos”, completou.
Por
fim, Cotta bateu na tecla da união entre as correntes políticas. Apesar das
ideias divergentes, o candidato acredita que um clima de guerra tomou conta dos
bastidores da Gávea, das redes sociais e precisa cessar o quanto antes.
“A
chapa se chama União Rubro-Negra por causa disso. Foi o que faltou. Após a
eleição de 2012 se pregou que não teria mais cor no Flamengo. Não existiria
mais azul, amarelo, verde, branco ou rosa… Mas observamos uma guerra nas
redes sociais. Passamos a ser azul, verde, abóbora, corja,
“não-corja”, passado, presente. O Flamengo deixou de ser rubro-negro.
O clube não nasceu no dia 1º de janeiro de 2013. É necessário que se respeite o
passado. É preciso trazer o amor e a emoção de volta para dentro do Flamengo”,
encerrou.
Além
de Cacau Cotta, Lysias Itapicurú, Wallim Vasconcellos e o presidente Eduardo
Bandeira de Mello já anunciaram candidaturas ao pleito que definirá o
comandante do Flamengo para o triênio 2016-17-18.

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