Oscar é homenageado pelos Nets.

Por: Fla hoje

Divulgação / Brooklyn Nets

UOL: Oscar
Schmidt foi homenageado pelo Brooklyn Netsn na noite desta segunda-feira (13),
no ginásio Barclays Center. O brasileiro entrou em quadra antes de a bola subir
para o jogo da equipe contra o Memphis Grizzlies, foi saudado pelo público e
recebeu uniforme da franquia com o número 14 e o sobrenome Schmidt às costas.

A NBA
incentiva e faz parcerias com os times para aproximar o esporte da bola laranja
das populações latinas – normalmente, os países escolhidos são México e Porto
Rico. Na esteira disso, os Nets promoveram a “noite da herança
brasileira”, com Oscar como atração principal. Foi a primeira vez que o
Brasil protagonizou um evento do tipo na liga.
Em
1987, o “Mão Santa” foi escolhido no Draft pelos Nets (então New
Jersey Nets) para jogar na NBA, mas recusou o contrato porque precisaria deixar
de atuar pela seleção brasileira para ingressar na liga. À época, por regra, os
jogadores da NBA eram impedidos de defenderem seus países em torneios
internacionais – tal determinação caiu em 1992.
Reprodução / Netshoes / NBA

Os
eventos desta segunda começaram cedo para Oscar, que já passou por sessão de
autógrafos na loja da franquia e entrou no ginásio no fim da tarde, antes do
evento, acompanhado pelo argentino Luis Scola, estrela da equipe e
declaradamente seu fã. “Ele era um grande herói para mim”, disse
Scola, ao site dos Nets. “Nós tivemos a chance de conversar um pouco no
Mundial de 1990 [jovem, o argentino foi gandula na competição realizada em seu
país natal], então obviamente será emocionante para mim vê-lo outra vez”,
prosseguiu.

“Será
um bom dia. Terei a chance de conversar com ele, vê-lo, e talvez tirar outra
foto, isso tudo 30 anos depois”. Scola conta que no Mundial de 1990 tirou
três fotos com Oscar, mas duas queimaram no filme.
Foi só
a primeira homenagem a Oscar nesta semana. Na próxima sexta-feira (17), na
abertura do All-Star Game, em Nova Orleans, Oscar participará do Jogo das
Celebridades. Ele se aposentou em 2003 sem nunca ter atuado na NBA durante toda
a carreira, que teve início na década de 1970.
O
“Mão Santa” sempre afirma que não se arrependeu da decisão de
privilegiar a seleção brasileira em relação à NBA, e os números que alcançou
sustentam esse posicionamento: com 49.737 pontos, é o maior cestinha da
história do esporte, superando por mais de 3 mil pontos o segundo colocado,
Kareem Abdul-Jabbar (46.725), ex-Bucks e Lakers.
Oscar
jogou fez sua carreira nos clubes: atuou no Brasil por equipes como Palmeiras,
Sírio, Mackenzie, Corinthians e Flamengo, e também foi astro no basquete
italiano e espanhol.
Na
seleção, liderou a conquista do ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis
(EUA), sobre os anfitriões, em 1987, três anos depois de rechaçar a proposta
dos Nets. Foi o título que lhe deu fama internacional.

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