domingo, setembro 27, 2020
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Pequenos nos estaduais não surgem pela primeira vez.

Numerólogos
– Botafogo x Fluminense, Flamengo x Vasco, Corinthians x Palmeiras, Santos x
São Paulo: o próximo fim de semana conta com quatro clássicos e os grandes 100%
presentes na briga pelos títulos carioca e paulista. Algo que pode até ser
considerado normal pelo maior poder de investimento e tradição dos clubes, mas
que, de acordo com pesquisa do Blog Numerólogos, não acontecia há bastante
tempo. O fato de nenhum pequeno aparecer como pedra no sapato em no mínimo uma
das duas competições é, inclusive, inédito neste século. Madureira (que ficou
com o troféu da Taça Rio mas acabou na quinta colocação e fora do mata-mata),
Ponte Preta, RB Brasil, Botafogo-SP e XV de Piracicaba (que chegaram às
quartas) bem que tentaram, mas a hegemonia voltou a acontecer quinze anos
depois.

A
última vez em que os intrusos não apareceram foi em 2000, ainda no século XX,
quando o Carioca teve seus dois turnos – Taças Guanabara e Rio – disputados em
pontos corridos. Flamengo e Vasco fizeram a final após liderarem uma fase cada,
e os rubro-negros sagraram-se campeões. Em São Paulo, as semifinais tiveram
duelos entre Santos e Palmeiras e Corinthians e São Paulo, com os clubes da
Vila Belmiro e do Morumbi disputando o título, faturado pelos tricolores. De lá
para cá, ao menos um time pequeno apareceu bem por temporada
O
aproveitamento “perfeito” dos grandes cariocas aconteceu em 2008 e
2010, mas nestas temporadas Ponte Preta e Santo André, respectivamente, foram
finalistas vencidos no Paulista. Quando as surpresas não apareceram em São
Paulo, em 2009 e 2011, Resende e Boavista fizeram boas campanhas no Rio,
perdendo em finais de turnos. Em 2005 e 2006, anos com pontos corridos no
Paulista – títulos de São Paulo e Santos -, os vices cariocas ficaram nas mãos
de Volta Redonda e Madureira.
Quem
se destaca na lista é o Ituano, clube duas vezes campeão no século – número
maior que os títulos de Palmeiras, São Paulo e Vasco, cada, no mesmo tempo.
Tudo bem que em 2002 os grandes não disputaram o Paulista, mas em 2014 o Santos
sentiu a força do elenco comandado por Doriva e amargou o vice. O São Caetano
de Muricy Ramalho, em 2004, foi outro pequeno que levantou o caneco – ainda foi
vice em 2007.
No
Rio, o Americano também apareceu com bastante frequência nas fases decisivas
entre 2001 e 2004, desbancando o Botafogo na maioria das vezes. A Cabofriense
foi a última equipe de menor porte a incomodar, mas foi parada na semifinal do
ano passado pelo Flamengo.

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