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Piada? Segundo Athletico-PR, sua equipe joga “pelo futebol brasileiro” contra o Flamengo; entenda

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Amanhã será disputada a final da Supercopa do Brasil em Brasília. Flamengo e Athletico-PR entram em campo para decidir a copa que ficou durante muito tempo sem disputa no país. Ela reúne o vencedor da Copa do Brasil e do Brasileirão dos anos anteriores.

Neste sábado o Athletico lançou uma sequência de vídeos para o facebook para se promover e promover também a decisão. A plataforma Facebook foi usada para os vídeos e em um deles, o furacão opta por usar de uma repetitiva tática para chamar a atenção das pessoas, o vitimismo.

No episódio “Furacão em Campo 01- pelo futebol brasileiro”, a comunicação do clube criticou o sistema atual do futebol brasileiro. Em referencia direta a “disparidade econômica” entre os clubes sempre pautada pelas cotas de TV, o Athlético se posicionou.

Frases como “Nosso Athletico cansou de ser periférico” e “É preciso mudar a estrutura de todo o futebol brasileiro. A disparidade entre os clubes é um abismo” foram colocadas na publicação.

Ou seja, para o Athletico, o Flamengo é favorecido, e por isso uma vitória sobre ele seria uma vitória do futebol brasileiro. Tática velha para tentar desmerecer toda a construção econômica do Flamengo nos últimos anos, que vai muito além de cotas de TV.

Mas até que ponto as cotas devem ser iguais?

Pauta repetitiva entre torcedores e clubes, as cotas são assunto frequente entre os torcedores. Principalmente agora que o Flamengo se organizou e domina no mercado (coincidência…), os clubes parecem muito preocupados a discutir o valor pago, principalmente quando é conveniente.

O Athletico afirma ter recebido proposta de 6 milhões de reais pelos direitos de transmissão do pay-per-view, quanto o Flamengo por exemplo recebe 120 milhões. A diferença é realmente grande e o Athetico tem todo o direito de procurar algo que seja justo para si, agora, é importante destacar que redes de TV são empresas, e para elas, o que tem mais valor é o que dá mais audiência.

Aliás, é essa exata lógica que os próprios clubes que tanto reclamam das cotas de Flamengo e Corinthians seguem nos estaduais, ou os pequenos recebem algo próximo dos “grandes”? Isso nunca aconteceu, a relação clubes e TV é uma relação capitalista, como tudo que envolve o futebol hoje.

Vale lembrar também que as cotas mudaram recentemente. A divisão atual engloba posição em tabela no campeonato anterior, audiência e parte dividida igualitariamente. Mas ainda sim, a reclamação é geral e o atrito pode aumentar nos próximos anos.

O “problema” fica na mão das emissoras de TV, que precisam lidar com clubes que querem receber igual sem dar retorno igual em visibilidade. O assunto ainda renderá muitas confusões em direitos de transmissão no futuro. A aguardar cenas dos próximos capítulos.

 

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