Por onde anda Kleberson, ex-Flamengo e destaque do Penta?

Stu Forster/Getty Images

ESPN:
Por FRANCISCO DE LAURENTIIS E VLADIMIR BIANCHINI

Nesta
sexta-feira, dia 30 de junho de 2017, completam-se 15 anos da conquista do
Pentacampeonato na Copa do Mundo de 2002. Neste dia, o Brasil venceu a Alemanha
por 2 a 0, no Estádio Internacional de Yokohama, com dois gols de Ronaldo
“Fenômeno”, e finalmente colocou a 5ª estrela acima de seu escudo.
Tanto
tempo depois, ainda há muita discussão sobre quem foi o jogador mais importante
daquela campanha. Teria sido Ronaldo, o artilheiro da competição, que fez oito
gols no torneio? Ou Rivaldo, o mais regular e autor dos tentos chave contra
Bélgica e Inglaterra? O próprio Luiz Felipe Scolari, técnico daquele time,
opinou à ESPN Brasil que o camisa 10 foi o grande nome do Brasil na Coreia do
Sul e Japão.
Pouco
se fala, porém, da importância de José Kleberson Pereira para o Brasil
sagrar-se campeão do mundo.
O
volante, hoje com 38 anos e aposentado do futebol, era apenas um garoto de 22
anos, que havia se destacado em 2001 no título brasileiro do Atlético-PR,
quando foi chamado por Felipão para integrar o grupo recheado de craques que
iria à Ásia tentar a conquista do Penta.
Durante
a competição, porém, Kleberson substituiu Juninho Paulista, que havia iniciado
a Copa como titular, e deu o equilíbrio que faltava ao 3-5-2 de Scolari. Formou
ótima parceria com Gilberto Silva, e jogou muito contra Bélgica (oitavas),
Inglaterra, (quartas), e Turquia (semi).
Foi na
final contra a Alemanha, porém, que o então camisa 15 apareceu para o mundo.
Ele simplesmente “comeu a bola” em Yokohama, marcando como um leão,
distribuindo as jogadas, acertando uma bola no travessão de Oliver Kahn e ainda
dando a assistência para o 2º gol brasileiro, com corta-luz genial de Rivaldo e
batida no canto do “Fenômeno”.
A
partida espetacular elevou Kleberson ao estrelato. Meses depois, ele seria
contratado por 6,5 milhões de euros (R$ 24,3 milhões, na cotação atual) pelo
Manchester United, sendo apresentado como astro da seleção brasileira e campeão
do mundo pelo técnico Alex Ferguson no gramado de Old Trafford.
Ao seu
lado naquele dia, um jovem atacante português, contratado como promessa do
Sporting, também foi apresentado pelos Red Devils. Pouco se sabia sobre o
garoto. Só que se chamava Cristiano Ronaldo…
  ‘Nem acreditei quando vi meu nome na lista’
Um ano
antes da Copa, Kleberson se via no radar da seleção, apesar de admitir que as
chances de estar no grupo do Penta eram pequenas. Um ex-treinador que lhe
conhecia bem, porém, tratou de lhe ajudar.
“Eu
tinha jogado muito bem no título brasileiro de 2001 e sabia que estava no radar
da seleção. Ainda mais porque o Antônio Lopes [auxiliar de Felipão no Mundial]
tinha trabalhado comigo pouco tempo antes no Atlético-PR e visto minha
transição para o profissional. Quando ele virou coordenador na seleção, falou
coisas positivas ao meu respeito para o Felipão”, conta o ex-volante, em
entrevista ao ESPN.com.br.
A
primeira convocação de Kleberson veio em um amistoso contra a Bolívia, em que o
Brasil chamou apenas atletas que atuavam no próprio país, como Edílson, Luizão,
Kaká e Gilberto Silva, e goleou por 6 a 0.
“Fizemos
um belíssimo jogo, eu fiz gol e dei assistência. Ainda por cima, usei a camisa
10 que um dia foi de Zico e do rei Pelé! Foi um dia mágico, eu me senti nas
alturas. Nunca imaginei que teria essa honra, ainda mais na minha estreia pela
seleção. Foi acima de todas as expectativas que eu tinha”, lembrou,
emocionado.
15
anos depois, Kleberson diz que ali começou a “conquistar” Luiz Felipe
Scolari. No entanto, ele revela que não tinha expectativas de estar no grupo já
para o Mundial de 2002. Sua ideia era ir conquistando seu espaço na seleção aos
poucos e jogar outra Copa: a de 2006, quando estaria no auge físico, aos 27
anos.
“No
amistoso contra a Bolívia, acho que dei o primeiro passo com o Felipão. Eu
tinha só 22 anos, e meu pensamento era estar na seleção para quem sabe pegar
uma vaga na Copa de 2006, quando eu já teria uma rodagem maior. Só que as
coisas foram acontecendo de outra maneira para mim”, relata o
ex-Atlético-PR.
Na
sequência do jogo em Goiânia, Kleberson esteve novamente com a seleção na
vitória por 1 a 0 sobre a Arábia Saudita, em Riad, no dia 6 de fevereiro de
2002. Foi novamente titular, sendo substituído no segundo tempo por Djalminha.
Curiosamente, foi do atleta do La Coruña o golaço de falta da vitória. No
entanto, o destaque do Atlético-PR seguiu sendo lembrado por Felipão, inclusive
quando o treinador começou a mesclar atletas do futebol nacional e estrangeiro
nas convocações antes do Mundial.
“Fui
chamado depois para amistoso com os jogadores do exterior e aí bateu um
nervosismo enorme. Eu estava acostumado a ver Ronaldo, Rivaldo, Cafu e Roberto
Carlos só na TV e no videogame. De repente, estava sentado ao lado deles na
mesa do café da manhã e jogando junto (risos). Deu um puta frio na barriga! Mas
depois tive a tranquilidade suficiente para trabalhar e buscar meu
espaço”, ressalta Kleberson.
No fim
das contas, Scolari apostou em Kleberson e o chamou para ir à Copa do Mundo de
2002.
“O
Felipão acreditou em mim e continuou me levando para os jogos, mas só acreditei
mesmo que ia para a Copa do Mundo quando saiu a lista final (risos). Não tinha
certeza que tinha carimbado a vaga antes, apesar de ter ido bem nos amistosos.
O leque estava muito aberto, havia muitos jogadores em grande fase que poderiam
ser chamados. E eu estava apenas começando! Nem acreditei que tinha sido
chamado. Só quando vi meu nome lá é que a ficha caiu mesmo”, relembra,
citando a relação anunciada em 7 de maio de 2002.
Mais
de uma década depois, o ex-volante revela que um encontro com Paulo Roberto
Falcão, ídolo do Internacional e da Roma e à época comentarista da TV Globo,
foi decisivo para que ele tivesse a confiança necessária para lutar por uma
vaga no Mundial, mesmo sabendo que muitos craques estavam na briga.
“Tem
uma pessoa que foi fundamental para mim nesse processo, porque foi uma das que
mais me motivou: o Falcão. Nos amistosos para a Copa, estávamos em
pré-temporada, acabou um treino e ele ficou ao meu lado. Estávamos só nos dois
conversando. Ele olhou para o campo e começou a falar: ‘Você vai jogar esse
Mundial e tem tudo pra ser titular. Dentro do grupo não tem ninguém com a
característica igual a sua, de marcar e sair em velocidade. Você precisa
acreditar em você e tem tudo para ajuda a seleção'”, relata.
“Na
hora eu nem acreditei. Parei para pensar: ‘Quem está falando isso para mim não
é qualquer um. É o Falcão, cara! Um dos maiores jogadores de todos os tempos e
que tem história na seleção. Um cara que tinha uma classe tremenda, está parado
aqui do meu lado e falando isso. Não teria razão para ele falar isso se não
fosse verdade. E, se o Falcão está falando isso, porque eu não vou acreditar em
mim?'”, acrescenta.
“Isso
me deu mais força e comecei a treinar mais forte e a acreditar ainda mais em
uma oportunidade. Só queria ter uma chance para fazer meu máximo e não sair
mais do time. E a chance veio!”, celebra.
    ‘Eu e Gilberto Silva fomos comendo pelas
beiradas’
Nos meses
antes da Copa-2002, Kleberson e Gilberto Silva estavam longe de serem os mais
cotados para formar a dupla de volantes do 3-5-2 de Felipão na Coreia do Sul e
Japão. No entanto, eles foram “comendo pelas beiradas” e ganharam a
posição com justiça, virando pilares da equipe na conquista do Penta.
“Antes
da Copa, eu e o Gilberto Silva éramos desconhecidos da maioria do público,
apesar de jogarmos no Brasil. Éramos só o complemento de grupo. Mas a gente foi
como bom mineiro, apesar de eu ser paranaense, quietinho e comendo pelas
beiradas até virarmos titulares (risos)”, lembra Kleberson.
“Se
você olhar a preparação até a final da Copa do Mundo, ninguém imaginava,
provavelmente nem o Felipão, que iríamos surpreender tanto. Não era pra sermos
os titulares, a gente na teoria seria preparado para ser opção para a próxima
geração, em 2006. Mas a responsabilidade foi dada para a gente e estávamos bem
preparados e conscientes do que fazer. Não é fácil bem novo assumir uma
responsabilidade dessas, em plena Copa do Mundo, e fazer um trabalho como nós
fizemos. Não é para qualquer atleta!”, salienta.
Gilberto
Silva iniciou o Mundial como titular, mas Kleberson foi banco nas primeiras
partidas do Brasil, já que Luiz Felipe Scolari tentava encaixar uma formação
com Juninho Paulista como titular. A primeira chance do paranaense veio no
último jogo da fase de grupos, o 5 a 2 na “pelada” contra a Costa
Rica.
“Eu
comecei a Copa no banco de reservas e fui entrando aos poucos. Lembro que
joguei contra a Costa Rica porque o Felipão poupou a maioria dos titulares, já
que estávamos classificados porque tínhamos vencido Turquia e China. Aquilo foi
importante para eu perder o frio na barriga da estreia”, recorda o
ex-atleta.
Kleberson
diz que ganhou a vaga porque acabou dando o equilíbrio que faltava à seleção.
“O
Juninho estava muito bem na Copa, mas era um meia-atacante, não um volante. O
Felipão queria alguém que pudesse ajudar o Gilberto Silva na marcação do
meio-campo, porque quase todo mundo atacava no nosso time (risos). Acho que do
nosso time só o coitado do Roque Júnior ficava lá atrás desesperado, com os
braços abertos toda hora, gritando ‘volta, volta!’ (risos)”, brinca
Kleberson.
O
então jogador do Atlético-PR conquistou Scolari de vez quando entrou aos 36 do
segundo tempo das oitavas de final contra a Bélgica. O Brasil vencia por 1 a 0,
gol de Rivaldo, mas os europeus pressionavam em busca do empate, com Marcos
fazendo grandes defesas. Aos 42 minutos, em uma ótima arrancada pela direita,
Kleberson deu assistência perfeita para Ronaldo bater e fazer o 2 a 0, garantindo
a classificação.
Na
partida seguinte, o volante virou titular contra a Inglaterra, em uma jogada de
mestre de Scolari.
“Um
dia antes deste jogo contra os ingleses, na hora do lanche, o Felipão encontrou
comigo no corredor e disse: ‘Guri, se prepara que amanhã você vai entrar
jogando’. Eu fui lá no céu na hora! Ia jogar uma partida importantíssima,
contra um dos favoritos ao título. Eles tinham Owen, Beckham, Scholes,
Ferdinand, caras top. Tive esse desafio e foi muito bom. Minha função era ficar
mais de olho no Scholes, que tinha muita categoria e chutava bem demais de
longa distância. Tive depois o prazer de jogar com ele no United”, conta.
Kleberson
também foi titular no apertado 1 a 0 sobre a Turquia, partida que ficou marcada
pela perseguição de quatro defensores turcos ao atacante Denílson nos minutos
finais do duelo.
“A
Turquia era uma pedreira, e a semifinal foi cercada de um clima diferente, por
tudo o que havia acontecido na esteia da Copa. Eles reclamaram muito do pênalti
que o juiz marcou no Luizão e também da expulsão do cara que chutou a bola no
Rivaldo. Eles estavam magoados. Tanto é que, no lance em que o Denílson pega a
bola, vêm quatro para cima dele (risos). Isso mostra o quanto eles estavam
feridos”.
‘A final contra a Alemanha foi meu maior
jogo’
Confirmado
como titular para a final contra a Alemanha, Kleberson procurou descansar e
relaxar.
“Antes
da final, estávamos muito conscientes do que tínhamos que fazer. Rolava muita
brincadeira, descontração e um dia antes a final ficamos conversando, contando
piada, jogando videogame e carteado. A gente sabia que tinha uma decisão, mas
estávamos confiantes, com um sentimento de família mesmo. Não víamos a hora de
entrar e jogar logo, mas ao mesmo tempo sabíamos que estava acabando. Depois daquele
jogo, cada um ia para seu lado e aquela família iria se separar, era uma
sensação diferente, mas muito positiva”, rememora.
“A
verdade é que não tinha muita coisa pra fazer no quarto (risos). A TV era em
japonês e não entendíamos nada. Não tinha nada dessas tecnologias de hoje, com
notebooks, celular… Lembro que tínhamos que ligar um DVD ou CD, porque nem
existia MP3 (risos). Lembro que dormi relativamente cedo, por volta de umas
22h30 ou 23h. Eu achei que não iria dormir, mas tive uma noite bem tranquila”,
conta o ex-camisa 15.
Quando
acordou no dia 30 de junho de 2002, Kleberson sentiu que tinha uma missão a
cumprir.
“Na
hora em que acordei, parecia que estava levantando com todas as pessoas que
tinham me ajudado até então na carreira. Eu tinha uma responsabilidade muito
grande, porque era do interior do Paraná, estava representando o Atlético-PR e
todo o Estado. Na história, nenhum jogador tinha saído de um clube paranaense e
jogado uma final de Copa. Imagina quantas pessoas tinham trabalhado ao longo
dos anos para que eu conseguisse chegar até ali? Não podia deixar de fazer o
que eles me ensinaram”, relata.
Contra
os alemães, Kleberson mais uma vez brilhou. Ocupando vários espaços, parecia se
multiplicar em campo, desarmando o adversário e carregando a bola para os
grandes craques do time resolverem.
“Eu
tive a facilidade de ir muito bem nesse jogo, porque os alemães estavam
preocupados em marcar Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo ‘Fenômeno’. Eles
nunca imaginavam que eu poderia fazer o que fiz! Eu estava com muito espaço
para jogar e as coisas estavam fluindo. Parece que o esquema de jogo do Felipão
não foi para o ataque, mas para o meio-campo jogar. Gilberto Silva me deu um
suporte defensivo muito bom e procurei sair sempre em velocidade. Cheguei
muitas vezes como surpresa. Graça a Deus, consegui me destacar e fazer uma bela
partida”, celebra.
Kleberson,
aliás, quase foi o grande herói do Penta, já que, quando o placar ainda estava
0 a 0 e a partida se mostrava difícil para a “família Scolari”, o
volante acertou o travessão de Oliver Kahn, que foi eleito melhor jogador da
Copa.
“Eu
quase fui o herói do Penta! Cara, você acredita nisso (risos)? Eu lembro da
bola no travessão e muita gente depois falou: ‘Como essa bola não entrou?’. E
eu respondo: ‘Mas aí seria querer demais. Deixa o Ronaldo, quem tem que fazer o
gol é ele. A gente está ali só para dar o suporte. A gente quis dar um
sustinho, só para ele ficar esperto (risos)’. O ‘Fenômeno’ tem muita estrela e
merecia demais aqueles gols, até por tudo o que passou antes da Copa, com as
lesões e a pressão em cima dele por causa da final de 98. Era tudo para ele
estávamos dando o suporte”, cita Kleberson.
Para o
ex-meio-campista, aquele foi seu maior momento pela seleção brasileira.
“Foi
a minha melhor partida com a camisa amarelinha, sem dúvidas. Poderia ter sido
totalmente ao contrário… Eu poderia ter ficado na história como vilão, como a
aposta que deu errado… Mas, como diria o Joel Santana, o ‘papai do céu’ foi
muito carinhoso comigo e fiz um belíssimo jogo (risos)”, diverte-se.
“Esse
jogo revolucionou a minha vida. tudo aconteceu de forma muito rápida e
positivamente. A gente sabe que ganhar Copa é muito difícil e precisa estar
preparado. Só vieram coisas boas para mim. Me orgulho de tudo isso e de ter
feito o meu melhor. É o que levo de mais valioso na minha carreira”, emociona-se.
Por onde anda Kleberson?
Hoje
com 38 anos, Kleberson mora nos Estados Unidos, onde defendeu Philadelphia
Union, Indy Eleven e Fort Lauderdale Strikers, seu último clube antes decidir
pendurar as chuteiras, no início de 2017.
Com
vontade de seguir ligado ao futebol, o ex-volante se prepara agora para virar
treinador, enquanto aguarda um jogo de despedida para colocar o ponto final em
sua carreira, que ainda teve passagens por clubes como Manchester United,
Besiktas, Flamengo e Bahia, além de um retorno ao Atlético-PR em 2011.
Pela
seleção, ele esteve também no grupo da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul,
mas desta vez não conseguiu voltar com a taça – o Brasil caiu nas quartas. À
época, ele estava defendendo o Flamengo.
“Eu
parei de jogar e quero fazer um jogo de despedida para encerrar de maneira
bonita minha carreira de atleta. Agora, estou estudando para ser treinador.
Estou fazendo o curso da CBF e fiz uns estágios no Philadelphia Union e uma
semana no Atlético-PR com o Eduardo Baptista. Quero me capacitar e entrar nesse
mercado, que tem muitos nomes novos. Quero me preparar antes, para quando
chegar a oportunidade estar pronto. Aprendi muita coisa com o futebol e quero
passar isso para frente”, ressalta.
Voltar
a morar no Brasil, porém, no momento está descartado pelo Pentacampeão.
“Eu
penso sempre em voltar ao Brasil, por causa da paixão do futebol e pelo nome
que construí. Mas pretendo iniciar minha carreira aqui nos Estados Unidos,
porque conheço bastante o funcionamento das ligas por aqui”, afirma.
“Já
até tive uma experiência como auxiliar-técnico do Indy Eleven, em 2015, por
seis meses. Acabei gostando. Tem muitos jogadores jovens aqui, na faixa de 18,
19 anos, que não me viram jogar ou lembram pouco. Isso é bacana, porque você
vai contando histórias e quando eles descobrem tudo o que você passou, aprendem
a reconhecer e respeitar”, cita.
Suas
principais inspirações como técnico serão dois grandes nomes que o comandaram
em seus melhores anos.
“Fui
treinado por alguns dos melhores do Brasil e do mundo. Felipão me deu todo
apoio e bancou minha convocação para 2002 e sou muito grato por isso. Outro que
me ensinou muito foi o Alex Ferguson. por toda histórias dele dentro do United
e do futebol inglês. A forma como ele tratava os jogadores, o olhar técnico e
tático dos jogos, os jogadores que ele trazia para o clube e o modo como lidava
com as estrelas. Aprendi muita coisa na Inglaterra. Cada treinador que tive na
carreira me ensinou alguma coisa”, encerra o destaque do Penta.
Por: FlaHoje

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