sábado, setembro 26, 2020
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Post-ostentação.

Foto: Divulgação

REPÚBLICA
PAZ E AMOR
: Se Ibrahim Sued estivesse vivo e fosse um republicano, o título
desse post certamente seria “Sorry, periferia”.

Apesar
do joguinho meio gambeta, que só começou pra valer aos trinta e oito do
primeiro tempo, quando Fernandinho recebeu na direita, veio carregando para o
meio – juro – no melhor estilo Messi e bateu rente à trave.
Apesar
de, na saída para o intervalo, Willian Arão dizer que era preciso ter paciência
– algo desnecessário para a torcida do Flamengo.
Apesar
de termos assegurado a vitória com um desses pênaltis que jamais me
convencerão. (Dane-se que a regra tenha mudado, se é que mudou; esse tipo de
pênalti virou uma das pragas do futebol brasileiro.)
Apesar
da letargia da nossa zaga no gol do América Mineiro, com três dos nossos
cercando e nada fazendo além de observar a conclusão de Juninho. Compreensível
gesto de generosidade para com um time que não marcava um golzinho há seis
rodadas, só que o descuido nos custou, mais uma vez, um final de jogo tenso.
Apesar
da bateção de cabeça entre Alan Patrick e Mancuello, que pareciam estar
disputando a posição durante a partida.
Apesar
da entrada de Gabriel – menos pela entrada em si e mais pelo fim da
possibilidade de transferência para o Grêmio, que se mostrou interessado. Resta
a esperança de que o Barcelona venha buscá-lo.
Apesar
do Fernandinho, a mais completa tradução do clássico “ou corro, ou penso”.
Apesar
de tudo isso, também tivemos os lados bons.
Guerrero
jogando muito. Fazendo gol, chutando bola na trave, cabeceando, matando no
peito entre um bando de zagueiros – é o único atacante que faz isso no futebol
brasileiro – e concluindo com um perigoso voleio por cima do travessão,
brigando o tempo inteiro e, louvado seja Deus, sem levar cartão.
Nosso
ex-perseguido lateral Pará sério na marcação e eficiente no apoio, com dois
passes preciosos para Guerrero. Rafael Vaz dando pinta de que, se for o caso,
pode quebrar o galho na lateral esquerda.
Mas o
destaque da noite de segunda-feira, em Cariacica, foi a estreia da faixa
mandada confeccionar por Danilo Bruxolobo e levada ao estádio por Carlos
Delpupo, dois integrantes da Confraria Rubro-Negra do RP&A. Valeu, Bruxo.
Valeu, Carlos. Valeu, presidente Lúcifer e demais confrades que deram força à
ideia.
É o
nosso humilde blog partindo para, que nem Pinky e Cérebro, tentar dominar o
mundo.
JORGE
MURTINHO

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