Prass relembra gol perdido por Deivid em Flamengo x Vasco.

GLOBO
ESPORTE
: Domingo passado, na vitória sobre o Santos, na Vila Belmiro, o goleiro
do Plameiras, Fernando Prass, voltou a mostrar sua condição com defesas
impressionantes. Mas o clássico provou, também, outra qualidade do camisa 1:
sorte. O próprio goleiro riu ao lembrar que esteve presentes em lances dignos
do Inacreditável Futebol Clube.

Nesses lances, não passa nada na cabeça. Só penso “deu m…”. . É a
sensação que vai sofrer o gol, mas as coisas dão certo. Tem de ter sorte também
– comentou o goleiro, durante sua entrevista coletiva nesta segunda-feira.
Com
Prass no gol do Vasco, Deivid perdeu chance clara pelo Flamengo, no Campeonato
Carioca de 2012. Já no Palmeiras, Prass viu Herrera, então no Vasco, no
Brasileiro de 2015, e dois santistas (Nilson, na final da Copa do Brasil de
2015, e Vitor Bueno, domingo passado, pelo Paulistão) terem o mesmo destino.
Veja os lances no vídeo acima.
A
jogada envolvendo Vitor Bueno, quando o clássico ainda estava 0 a 0, fez
Fernando Prass respirar aliviado.

Naquele momento, o jogador deles tinha cruzado, desviou no Dracena e me matou,
matou o Dracena e o Zé. A única coisa que a gente tinha era o imponderável.
Quando a bola sobrou pra mim já começa outro lance. Graças a Deus – disse.
Prass
diz que o lance mais bizarro (e engraçado) é o do gol perdido por Deivid, há
cinco anos. Ele diz que nem viu na hora, pois estava reclamando de impedimento.
– Esse
lance do Vasco foi um dos mais engraçados. O Léo Moura veio pelo fundo, cruzou,
a bola passou por mim. Eu virei e vi o Deivid levantando a perna para chutar
para o gol. Eu virei para o assistente para reclamar impedimento e quando
voltei o Dedé estava saindo com a bola. Eu perguntei para o Fagner o que houve,
ele falou que não tinha sido gol. Eu falei: “Como não?”. Eu não tinha
visto o resto do lance.
Prass,
porém, não se sente sempre acompanhado pela sorte. Ele lembra que, às vezes, o
azar também pode acompanhá-lo, como no empate por 1 a 1 diante do Santos, pelo
primeiro turno do Campeonato Brasileiro, no estádio do Palmeiras.

Algumas vezes vai contra a gente. Eu me lembro contra o Santos, no ano passado,
Gabigol chutou uma bola que vinha na minha mão, desviou nas costas do Vitor
Hugo e entrou bem no cantinho. As coisas acontecem para um lado e para o outro.
Ainda bem que nesse jogo (do último domingo) foi para o nosso lado. Era um
momento difícil tomar um gol ali, poderia complicar o jogo.

Por: FlaHoje

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