Desde que Domenec chegou ao Flamengo, era sabida a dificuldade que o Flamengo teria para adaptar um novo sistema de jogo. Diante de problemas defensivos, de posicionamento e ofensivos, o que mais tem se destacado durante as partidas são as falhas na bola aérea defensiva. Ao analisarmos o Campeonato Brasileiro nas dez primeiras rodadas, 61% dos gols sofridos pelo rubro-negro são pelo alto. Seja em um escanteio, falta pela lateral ou em bola rolando, quando ela é cruzada na área do Flamengo, a coisa tem se complicado.

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Apesar do número elevado e gols sofridos em bola aérea, os zagueiros do Flamengo possuem dados regulares em bolas aéreas. Gustavo Henrique tem média de 4 duelos aéreos vencidos por jogo e 74% de duelos vencidos. Rodrigo Caio possui 2.9 duelos aéreos vencidos por jogo, com 72% de aproveitamento. Já Léo Pereira, ganha 3.3 bolas aéreas por jogo, com 66% de aproveitamento nos duelos.

Na partida contra o Ceará por exemplo, Léo Pereira e Gustavo Henrique venceram 10 das 15 disputas aéreas que participaram. O problema talvez seja mais de posicionamento, algo para Dome pensar o mais depressa possível.

O próximo confronto do Flamengo será pela Libertadores da América diante do Independiente Del Valle. A partida conta pela terceira rodada da fase de grupos da competição, onde o Flamengo é atualmente o segundo colocado, logo atrás do líder Del Valle. Se quiser sair vencedor da partida, a bola aérea precisará ser um dos principais pontos de modificação na equipe.

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