segunda-feira, setembro 28, 2020
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Renato Maurício Prado apoia criação de Nova Liga no Brasil.

Renato
Maurício Prado – Que os clubes precisam se livrar do jugo maldito das
federações, autênticas sanguessugas do nosso esporte, não é novidade para
ninguém com mais de dois neurônios. A do Rio, então, é um exemplo perfeito
disso. Um dado novo, entretanto, surgiu para comprovar, com fatos reais e
palpáveis, como a vida pode ser bem melhor longe desses autênticos donos de
sauna, que comandam o velho e violento esporte bretão, no Brasil, ganhando
fortunas com o suor alheio e infernizando os torcedores, jogadores, dirigentes
bem-intencionados etc.

Falo,
é claro, da Liga do Nordeste, carinhosamente apelidada (creio que por Xico Sá)
de “Lampions League”. A constatação que se segue foi feita pelo amigo e velho
companheiro Carlos Orletti em seu Facebook. Assino embaixo:
“Curioso:
o campeonato de futebol de maior êxito no Brasil em 2015 não é organizado por
federação estadual, tampouco pela CBF. A Copa do Nordeste terminou com 63.903
torcedores na final vencida pelo Ceará por 2 a 1 sobre o Bahia. É o maior
público do ano no pais. A competição é feita por uma liga, a Liga do Nordeste.
Essa coisa de liga bem que poderia ser uma alternativa a tudo isso que está
aí”.
Não
somente poderia, como deveria, meu bravo Orletti. O sistema atual está caindo
de velho e de podre. Não temos mais craques por aqui e poucos são os ótimos
jogadores ainda em atividade no Brasil. No Rio, então, nem se fala.

alguns anos, já prevendo essa triste debandada, escrevi uma coluna intitulada
“Bengalas e chupetas”. Referia-me, claro, à constatação de que os nossos bons
valores iam cada vez mais cedo para o exterior e os craques que retornavam, na
verdade, já tinham virado refugo por lá. Em suma, nossos times eram formados ou
por jovens de chupeta na boca ou velhos de bengala na mão. Os que não se
enquadravam em nenhuma das duas categorias, pertenciam a uma terceira: a dos
pernas-de-pau. E de lá pra cá, a coisa só piorou.
Como
os clubes vão conseguir se reerguer, sendo obrigados a jogar estaduais
ridiculamente inchados e absurdamente extensos, nos quais 70% dos jogos são
deficitários? Como terão dinheiro se os custos dos estádios são altíssimos e as
cotas cobradas pelas federações abusivas – no caso do Rio (10% da arrecadação
BRUTA), escorchantes?

passou a hora do Independência ou Morte. E, nem tudo é notícia ruim, afinal, a
dupla Fla-Flu já se deu conta disso. Que se mantenha firma na luta, apesar das
perseguições covardes e mesquinhas que tem sofrido da parte dos cartolas que
não querem largar o osso, mesmo quando este já faz parte de um pútrido
esqueleto.
Furo confirmado
Confirmando
informação dada aqui na coluna no dia 10 de abril, o Flamengo conseguiu novo
patrocínio para a camisa. Trata-se da Jeep (braço da Chrysler que produz, no
Brasil, caminhonetes esportivas como a Cherooke, a Wangler e a Renegade). Falta
apenas a aprovação do Conselho Deliberativo, o que deve acontecer na semana que
vem. A marca Jeep aparecerá embaixo do número, na camisa. Curiosamente, teve
site que foi atrás da notícia e a publicou, depois de mim, sem dar o crédito…
Viva o jornalismo copia e cola e faz cara de paisagem…

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