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Romário exalta diretorias do Flamengo e fala em títulos: “Não tem como não torcer”

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O Flamengo vive um dos maiores momentos da sua história. Líder do Brasileirão com oito pontos de distância para o segundo colocado, o Mais Querido quebrou um tabu de 38 anos ao retornar à final da Libertadores. O Rubro-Negro disputa, em novembro, os dois maiores títulos da temporada, e o futebol desempenhado nos últimos meses dá confiança para que o clube seja um candidato forte a ambos. O Fla chama a atenção e recebe elogios de quem gosta do esporte – e alguns são ainda mais especiais.

O craque Romário é uma dessas vozes. 4º maior artilheiro da história do Flamengo, o Baixinho não escondeu sua torcida pelo clube. Em entrevista para o jornal LANCE!, o ex-jogador falou da atual fase do Mais Querido. Ele elogiou as diretorias responsáveis pelo momento administrativo e financeiro vivido e colocou esta organização como fundamental para que o clube chegasse aonde chegou.

– O Flamengo tem grandes possibilidades de ganhar esses títulos do Brasileiro e da Libertadores, tem time pra isso. Hoje, é o melhor time do Brasil, não tem como não torcer. A parte administrativa tem dado exemplo no Brasil, mesmo com algumas equipes também neste caminho, como Athletico-PR e Palmeiras. Se os outros clubes seguirem essa linha do Fla, tenho certeza que o futebol brasileiro é que vai ganhar em qualidade. O clube hoje tem que agradecer e parabenizar a gestão do Bandeira de Mello. Lembro que ele mesmo falou, quando assumiu, que ia ajeitar a parte administrativa. E está aí. Hoje, o atual presidente vem realizando uma grande gestão e herdando muito do Bandeira -, afirmou.

Apesar das boas palavras direcionadas à administração rubro-negra, Romário não poupou os demais clubes do país de críticas. Para o senador, o cenário no Brasil é ruim e prejudica a qualidade do futebol jogado no país. Ele citou joias do esporte nacional e citou Reinier.

– Fora o Flamengo, hoje, não existe nenhum time do Brasil que tenha condição de segurar um jogador que mostre essa qualidade que os europeus entendam ser interessante. Pela qualidade do futebol, pela falta de profissionalismo e, é claro, pela parte financeira. Temos uma série de clubes endividados, atrasando salários, então não tem como. O João Pedro, do Fluminense, tinha tudo para crescer aqui perto da gente, se tornar um ídolo, até mesmo vestir a camisa da Seleção. Mas como faz? O clube não tem dinheiro, precisa se regularizar, então tem que vender o jogador. Eu espero que não aconteça com o Talles Magno, mas vai ser quase impossível segurar. E o Reinier eu acredito que só saia se o Flamengo acreditar ser algo muito bom, porque não precisa vender, o Fla virou comprador –, disse.

Por: Coluna do Fla

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