Tá no sangue.

Foto: Divulgação

FALANDO DE FLAMENGO: Por Thiago Nascimento

Olá
Rubro Negros(as),
Desde
os tempos remotos, há registro de acontecimentos que marcaram a história da
humanidade. Cada qual, documentado a sua maneira e com a “tecnologia” possível
em cada época. Passando pelos famosos registros das cavernas, papiros e assim
por diante.
Muitos
historiadores se debruçam em cima de tais registros, afim de compreender o
comportamento humano e social para cada uma das épocas. E assim sendo, obter um
entendimento da evolução de toda a nossa espécie.
Outra
análise histórica interessante, é maneira no qual se analisa a descendência
familiar. Muitos indivíduos, cultivaram durante muitos anos, décadas, séculos e
milênios, a tradição familiar… seja ela, através de brasões, sobrenomes ou
objetos… formando assim, uma árvore genealógica, que pode ser permeada até os
dias atuais.
Com a
evolução da ciência, atualmente é possível verificar a estrutura genética de um
indivíduo. Ou seja, toda a herança que aquele determinado indivíduo carrega dos
seus pais, além das suas próprias características, formando uma única
estrutura. E tal estrutura, é popularmente conhecida como DNA.
Logo,
chegamos a conclusão que somos únicos. Ou seja, não existe ninguém que seja
igual a ninguém.
Ao
realizarmos essa analogia no mundo do futebol, podemos concluir que cada clube
possui a seu próprio DNA. E que nenhum clube em sua essência, é ou será igual a
outro clube em todo o mundo.
Na
Europa, percebemos que muitos clubes deixam essa essência de forma explícita.
Muito além de seus torcedores. Eles utilizam essa essência para campanhas de
marketing, captação de patrocínios, entre outras ações… como são os casos de
Barcelona (jogo bonito), Real Madrid (poderio ofensivo) e Bayern de Munique
(eficiência tática).
Quando
tal discussão vem para o nosso clube (o Flamengo, é obvio), é facilmente
identificável o que consta em nossa característica única do DNA: A Raça.
Tal
componente constava em Valido. Não à toa, ele fez o gol do título do Estadual
de 1944 no último minuto da partida, se ardendo em febre. Foi assim também na
base de muito esforço e suor, que o Flamengo foi decacampeão de basquete entre
1951 a 1960. E foi assim também no dia em que precisávamos vencer por dois gols
de diferença, e com um gol de falta espetacular, cobrada por Petkovic aos 43 do
segundo tempo, fez com que o troféu do Estadual de 2001 fosse para a sede da
Gávea.
Isso é
Flamengo. Esse é o nosso DNA.
O
nosso DNA não pode ser esquecido. Especialmente na Libertadores, e
principalmente nos jogos na casa dos adversários. Não podemos ser covardes,
temos que ser heróicos. Precisamos exercer a nossa essência. Precisamos exercer
a nossa filosofia Rubro Negra.
Com ou
sem time técnico, não podemos aceitar uma equipe recuada, jogando covardemente.
E isso em nada significa jogar com três zagueiros ou três atacantes. É muito
mais que isso.
E caso
alguém não goste do nosso DNA, jamais poderá envergar o manto Rubro-Negro.
Saudações
Rubro Negras!

Por: FlaHoje

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