quinta-feira, outubro 1, 2020
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Veja contratações que foram da euforia à frustração.

Globo
Esporte – Semanas de negociação, acerto salarial, assinatura de contrato e
destaque nos jornais do país e do mundo. Euforia pela contratação de um nome de
peso? Não, frustração. Na noite da última segunda-feira, Ronaldinho Gaúcho e
Fluminense decidiram rescindir o contrato do jogador após 80 dias, pouco mais
de dois meses. O meia não foi o primeiro a frustrar os planos de clubes e torcidas.
Confira abaixo a lista com alguns nomes que deram um banho de água fria em
muita gente:
Garrincha, no Corinthians (1966) e
Flamengo (1968/1969) –
no Corinthians, Mané foi contratado para
ser a alegria do povo, mas não foi. Durante sete meses, Garrincha jogou 13
partidas e marcou apenas dois gols. Pelo Flamengo, o craque esteve presente em
15 jogos, marcando quatro vezes em quatro meses.  
Maradona, no Newell’s Old Boys (1993/1994)

após sair brigado da Espanha com os dirigentes do Sevilla, Maradona retornou ao
seu país de origem para defender o Newell’s Old Boys, mas não por muito tempo.
O craque argentino esteve no clube durante seis meses e atuou somente em cinco
partidas oficiais. 

Bebeto,
Donizete e Gonçalves, no Cruzeiro (1997) –
contratados pelo Cruzeiro para a
disputa do Mundial Interclubes, não renderam e a Raposa acabou perdendo a final
para o Borussia Dortmund, da Alemanha, por 2 a 0. Pelo time Celeste, Bebeto
jogou oito partidas marcando oito gols. Já o Pantera e o zagueiro, também não
renderam o esperado na única partida pela equipe mineira.
Tulio Maravilha, no Fluminense (1999) – após
ter sido campeão do Rio-São Paulo com o Botafogo em 1998, Túlio chegou às
Laranjeiras. O atacante estreou com vitória, mas durou pouco tempo no Tricolor.
Em cinco meses, foram 26 jogos e 12 gols marcados.
Zetti, no Fluminense (2000) – não
muito diferente de Ronaldinho Gaúcho, o goleiro durou apenas três meses nas
Laranjeiras. Em 28 partidas, o goleiro sofreu 35 gols. Bicampeão mundial pelo
São Paulo, o jogador chegou com status no Tricolor, que era comandado por
Parreira, mas não vingou e deu lugar a Diogo.
Denilson e Alex, no Flamengo (2000) –
Denilson pertencia ao Real Betis e foi emprestado ao Flamengo para a disputa da
Copa João Havelange. Sem sucesso, atuou por 18 partidas e marcou quatro gols.
Alex também não foi bem. Vestiu a camisa rubro-negra em 12 oportunidades e
balançou por três vezes as redes. Os jogadores ainda viram o Vasco ser campeão
daquele campeonato.
Vampeta, no Flamengo (2001) –
“O Flamengo finge que me pagam, e eu finjo que jogo”. A frase dita
pelo ex-volante, que ainda repercute nos dias de hoje, foi o retrato da
passagem do jogador pela equipe carioca, que alegou não adaptação ao time.
Vampeta disputou 16 jogos e marcou apenas uma vez.
Paulo Nunes, no Corinthians (2001) – mesmo
com o troféu do Paulistão daquele ano na sua galeria de títulos, o atacante
teve passagem curta e bastante conturbada no Timão, sendo ameaçado até de
morte. Durante seis meses, defendeu a equipe paulista por 25 jogos com apenas
quatro gols marcados. Paulo passou a maior parte do tempo na reserva de
Ewerton.
Rivaldo, no Cruzeiro (2004) – o
pentacampeão mundial ficou pouco mais de um mês na Raposa. Após passagem ruim
no Milan, o jogador voltou ao Brasil e fez apenas 11 jogos com a camisa celeste
marcando dois gols. Deixou o Cruzeiro antes mesmo do término do Campeonato
Mineiro. Segundo o jogador, sua saída foi em solidariedade a Luxemburgo, na
época treinador do time mineiro, demitido.
Jardel, no Palmeiras (2004) –
chegou em maio ao Verdão. Sem condições de entrar em campo, ficou treinando em
separado do elenco. Após o falecimento de sua avó, pediu à diretoria para
acompanhar o enterro no Ceará e desapareceu. Sua passagem pelo alviverde durou
dois meses e nunca estreou pelo time paulista.
Pedrinho, no Fluminense (2006) – no
Palmeiras, Pedrinho teve bom rendimento no Brasileirão daquele ano, mas se
machucou e foi vendido ao futebol árabe. Voltou no mesmo ano ao Fluminense,
onde jogou apenas dezoito partidas, marcando somente um gol. Voltou a se
lesionar e foi dispensado em dezembro daquele ano.
Adriano, no Atlético-PR (2014) – o
badalado Imperador chegou como principal contratação para a temporada, mesmo
ficando mais de dois anos sem jogar. Em pouco mais de três meses, marcou apenas
um gol em quatro partidas.

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