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Eduardo Bandeira se manifesta pela primeira vez após ser indiciado por homicídio doloso em incêndio no Ninho

O ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, foi indiciado pela Polícia Civil por homicídio doloso pela morte dos dez garotos das categorias de base do clube em incêndio no Ninho do Urubu, ocorrido no dia 8 de fevereiro. Em contato com a imprensa na noite da última terça-feira (11), Bandeira disse ter ficado surpreendido com a notícia.

– Caros amigos da imprensa que tentaram falar comigo durante o dia de hoje. Fui surpreendido com a notícia de hoje, que recebi de vocês e que, obviamente, não esperava receber. Nem eu nem meus advogados tivemos ainda acesso à íntegra do relatório, apenas aos trechos que foram divulgados pela imprensa. Por esse motivo, não posso declarar nada a não ser que estou com a consciência absolutamente tranquila e que confio na Justiça. Grande abraço -, disse o ex-mandatário rubro-negro.

FOTO: LANCE!

O clube da Gávea optou por não se posicionar sobre o assunto. No entanto, via assessoria de imprensa, informou que o Flamengo somente fará pronunciamento quando for notificado oficialmente sobre o caso, o que até o momento não aconteceu. Além de Bandeira de Mello, outros nomes foram indiciados pela Polícia Civil.

CONFIRA A LISTA DE PESSOAS INDICIADAS:

Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo; Danilo da Silva Duarte, NHJ; Edson Colman, técnico em refrigeração; Fábio Hilário da Silva, NHJ; Luis Felipe Pondé, engenheiro do Flamengo; Marcelo Sá, engenheiro do Flamengo; Weslley Gimenes, NHJ; Marcos Vinicius Medeiros, monitor do Flamengo.

Por: Coluna do Fla

Eduardo Bandeira é indiciado por homicídio doloso em incêndio no Ninho do Urubu

O ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello foi indiciado pela Polícia Civil por homicídio doloso pela morte de dez jogadores das categorias de base do clube, que faleceram por conta do incêndio no CT Ninho do Urubu. A tragédia aconteceu no dia 8 de fevereiro deste ano. Além de Bandeira, outras sete pessoas também foram acusadas.

O clube, até então, não se pronunciou sobre o indiciamento do ex-presidente. Em contato com a reportagem, a assessoria deixou claro que o Flamengo só vai se posicionar quando for notificado oficialmente sobre o caso, o que não aconteceu até então.

CONFIRA A LISTA DE PESSOAS INDICIADAS: Eduardo Bandeira, ex-presidente; Danilo da Silva Duarte, NHJ; Edson Colman, técnico em refrigeração; Fábio Hilário da Silva, NHJ; Luis Felipe Pondé, engenheiro do Flamengo; Marcelo Sá, engenheiro do Flamengo; Weslley Gimenes, NHJ; Marcos Vinicius Medeiros, monitor do Flamengo. Por: Coluna do Fla

Bandeira de Mello presta depoimento sobre incêndio no Ninho do Urubu

Ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello foi ouvido nesta terça-feira (02) pela Polícia Civil, na 42ª DP, localizada no Recreio, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O inquérito é referente à investigação da morte dos dez jovens das categorias de base do clube no incêndio ocorrido no Ninho do Urubu. A informação foi publicada, primeiramente, pelo jornal Extra.

Outro ex-dirigente do Flamengo ouvido pelas autoridades foi Alexandre Wrobel, que ocupava a pasta de Vice-Presidência de Patrimônio na gestão Bandeira e era responsável pelas obras no Ninho. O depoimento acontece quase 60 dias após a tragédia no CT do clube – completa dois meses no próximo dia 8. Ainda segundo o Extra, Bandeira de Mello chegou ao local acompanhado de um advogado particular e ficou durante uma hora e meia.

FOTO: LANCE!

Sem a liberação total, o Ninho do Urubu permanece fechado para menores de idade. A orientação dada pelo Ministério Público é que os garotos de outras cidades não treinem sem a presença de seus responsáveis. Mais de 30 jovens seguem nesta situação e alguns, inclusive, tiveram que deixar o Rio de Janeiro, uma vez que suas famílias não podem acompanhá-los durante os treinos sob o risco de perderem o emprego no local onde residem.

Por: Coluna do Fla

Eduardo Bandeira contrata criminalista após incêndio no Flamengo

Por Diogo Dantas

O ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que comandou o clube de 2013 a 2018, contratou o advogado criminalista Gustavo Teixeira em meio às investigações da Polícia Civil sobre o incêndio no Ninho do Urubu. Bandeira alegou em entrevista ao Globo que sempre orientou boas práticas aos funcionários do Flamengo que cuidavam do CT, e que não se recorda como os alojamentos provisórios passaram a ser utilizados mesmo sem constar nos projetos para obtenção de alvará e certificado dos Bombeiros.

Foto: Gilvan de Souza

O ex-presidente se colocou à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos, mas ainda não foi convocado. O mesmo ocorre com Alexandre Wrobel, vice de patrimônio só clube na gestão Bandeira, é responsável pelas obras do CT.

Por: PANORAMA ESPORTIVO

Clube vê eleição polarizada e grupo de Bandeira ameaçado após seis anos

O Flamengo elege neste sábado (8) o seu 57º presidente. A votação acontece entre 8h e 21h, com o resultado oficial esperado para próximo das 23h (de Brasília). O pleito está polarizado entre Ricardo Lomba (Chapa Rosa), candidato do presidente Eduardo Bandeira de Mello, e Rodolfo Landim (Chapa Roxa), principal nome da oposição e que tem o apoio da maioria das correntes políticas da Gávea. Tal fato, inclusive, deixa o grupo do atual mandatário ameaçado após seis anos.

Os grupos FAT (Flamengo Acima de Tudo), Sinergia, Ideologia, FLAFUT, FLA +, Fla Raiz, Garden, União Rubro-Negra e Identidade RN estão ao lado de Landim. SóFla (Sócios Pelo Flamengo) e Vitória defendem a candidatura de Ricardo Lomba. Já o grupo Flamengo da Gente adotou neutralidade. Quando Bandeira se reelegeu em 2015, quase todas as correntes que estão com a oposição o apoiaram. A mudança de cenário pode ter impacto direto na votação, realizada no fim de semana para facilitar os associados que residem fora do Rio de Janeiro.

Desde que Patricia Amorim foi derrotada por Bandeira de Mello e o grupo da Chapa Azul, em 2012, é a primeira vez que o governo, de fato, vê a continuidade ameaçada. A possibilidade de alternância no poder, inclusive, causou uma série de discussões durante a campanha eleitoral. Auditor da Receita Federal, Ricardo Lomba quase teve a candidatura impugnada, que terminou aprovada com restrições pelo Conselho de Administração. Por Landim contar com simpatizantes na Comissão Eleitoral e nos conselhos do clube, a situação propagou que as decisões foram tomadas de forma tendenciosa.

Por sua vez, Rodolfo Landim iniciou processos contra membros do grupo que dá sustentação ao candidato Ricardo Lomba. De acordo com analise policial, integrantes do SóFla (Sócios Pelo Flamengo) propagaram nas redes sociais acusações contra o postulante da oposição, ligando-o à Operação Lava-Jato. Até uma “pesquisa fake” foi disparada para os sócios. 

A rivalidade entre oposição e o presidente Eduardo Bandeira de Mello é outro ponto importante do processo. Landim fez duras críticas ao mandatário por ter contrariado acordos no passado, o que culminou no fim da Chapa Azul original. O dirigente, por sua vez, negou e também falou sobre as críticas de que mudou e se deslumbrou pelo poder, principalmente, no segundo mandato.

Favoritos têm desafio no futebol

A maioria da torcida quer saber do futebol, o principal desafio para Ricardo Lomba ou Rodolfo Landim. Transformar dinheiro em títulos é a meta, algo que o Flamengo ainda não conseguiu. O eleito, inclusive, precisará resolver rapidamente algumas situações. A principal delas envolve o técnico que comandará o time em 2019.

O nome de Abel Braga agrada aos dois postulantes e contatos estão em andamento. Agir no mercado da bola é urgente, já que o clube está “parado” há uma semana por conta da indefinição sobre o próximo presidente. 

“Nunca estamos satisfeitos. Vamos buscar 80 pontos no Brasileiro do ano que vem. Mirar sempre lá em cima. Queremos títulos. Investiremos mais e qualificaremos o elenco na busca por esse objetivo. Sendo torcedor, também não me olharia como tendo feito um bom trabalho. Não levantamos nenhuma taça. Toda indignação é coerente, justa e não me sinto perseguido por isso. Mas tem muita coisa evoluindo. Fazer uma análise depois é mais tranquilo. Olhando agora também acho. A troca de técnico [Maurício Barbieri por Dorival Júnior] é um exemplo. Mas não é assim que as coisas funcionam no dia a dia”, disse Lomba.

Landim atacou o que definiu como “falta de cobrança” no carro-chefe do clube durante toda a campanha e prometeu um Flamengo com postura diferente caso seja eleito.

“O que sinto no Flamengo é que se trata de uma grande instituição em que tudo está sempre bom. Todo mundo confortável com os seus respectivos empregos. O presidente do Flamengo precisa cobrar, não pode se omitir. É um ambiente de mediocridade. Todo mundo médio, satisfeito. Esperamos melhores resultados com a estrutura que implantaremos. Eu nunca vi um ambiente solto funcionar. Se cobraram os jogadores, não existiu percepção disso. Um ambiente com sangue nos olhos é outra coisa. Mas vejo o plantel do Flamengo bom. O desempenho pode mudar com uma gerência diferente. A minha vida empresarial já me mostrou isso”, comentou o opositor.

Ex-presidente de organizada tenta surpreender

Marcelo Vargas representa o grupo Fla-Tradição e Juventude (Chapa Branca) na eleição do Flamengo. O advogado defende os sócios-proprietários e quer um trabalho diferente do realizado atualmente no futebol. Ex-presidente da Torcida Jovem, ele é um dos azarões no pleito e tenta surpreender os favoritos. Não prometeu a construção do estádio próprio – o que definiu como ato de iludir o torcedor – e quer o Rubro-negro na administração conjunta do Maracanã.

“Faremos uma auditoria no futebol. Caso a caso, contrato a contrato. Analisar o custo-benefício do jogador. Precisamos ver essa Central de Inteligência do Flamengo. Ela é burra. Essa diretoria gosta de nomes e siglas bonitas, mas o resultado é péssimo. Essa gestão errou muito no futebol, foi temerária. Eles gastaram R$ 350 milhões no ano passado para ganhar um Campeonato Carioca. Isso é bom? Gastam cada vez mais e não ganham nada. É lógico que tem coisa errada lá dentro. E vamos abrir aquela caixa preta, rever o departamento de futebol inteiro”, garantiu.

Peruano se diz a “voz dos excluídos”

O último candidato no pleito é José Carlos Peruano, da Chapa Amarela (Coração Valente). Ele dedicou uma vida para acompanhar o Flamengo e ganhou o apelido em uma das muitas viagens que fez ao lado do Rubro-negro no Brasil e exterior. 

Peruano também quer surpreender no pleito, mas se diz vitorioso por ter se candidatado no clube do coração e defender os torcedores mais humildes. 

“A minha vida é um clube de futebol. Isso representa conquistar títulos e, ultimamente, o Flamengo não ganha nada. Reunimos um grupo popular para isso. Registrei a minha candidatura, pois tenho ficha-limpa, apesar de todas as loucuras que já fiz pelo Flamengo. Nunca matei ninguém e nunca fiz nada desonesto. Me escolheram por ser um cara popular. Vamos torcer para dar a ‘febre amarela’ e terminar eleito presidente”, encerrou.

1Fonte: UOL


Elogiada fora de campo, “Era” Bandeira não se prova com grandes títulos do Flamengo

“Boas gestões refletem em campo”. Essa máxima do futebol é quase uma unanimidade entre os dirigentes de futebol. Porém, ela não se aplica aos Flamengo e à gestão Eduardo Bandeira de Mello, que se encerra no fim de 2018 permeada por elogios quanto à reestruturação financeira do Rubro-Negro, mas repleta de críticas pela falta de títulos dentro das quatro linhas.

Dentro das quatro linhas, a “Era” Bandeira contou com 25 competições disputadas, mas apenas três conquistas: a Copa do Brasil de 2013 e os Estaduais de 2014 e 2017. Além disso, a principal ambição do clube e do presidente, a Copa Libertadores, foi tema de sucessivos fracassos. Participante nas edições de 2014, 2017 e 2018, o Rubro-Negro conseguiu seu melhor resultado na atual edição, quando caiu nas oitavas de final para o Cruzeiro. Nos outros anos, o time foi eliminado precocemente na fase de grupos.

Apesar da ausência de títulos internacionais, o Flamengo ainda possui uma final de Copa Sul-Americana no currículo, em 2017. Com uma boa campanha até a decisão, o time, na época comandado por Reinaldo Rueda, enfrentou o Independiente na disputa pelo título, mas terminou com o vice em pleno Maracanã após um revés por 2 a 1 no jogo de ida. O treinador colombiano, inclusive, é mais uma das polêmicas da gestão.

Se dentro das quatro linhas as coisas não caminharam de forma tão positiva, fora de campo os mandatos de Bandeira ficarão lembrados pela reestruturação financeira do Flamengo. Uma das grandes marcas da gestão foi o equilíbrio das contas, os sucessivos superávits e as dívidas controladas, que possibilitaram grandes investimentos para o time, como a recente contratação de Vitinho.

Administração
Time competitivo e retorno aos eixos nas finanças. Essas foram as duas grandes promessas de Eduardo Bandeira de Mello quando foi eleito presidente do Flamengo. Considerado o “torcedor-dirigente”, Bandeira teve o apoio de ninguém mais ninguém menos que Zico, um dos maiores ídolos do clube, para liderar uma gestão de percalços.

Empresário e sócio do Flamengo há 40 anos, além de uma passagem pelo Conselho de Administração entre 2007 e 2009, o atual presidente foi eleito em 2012 sendo candidato apenas no último mês de campanha, assumiu o lugar que era de Wallim Vasconcellos, que teve sua candidatura impugnada por não possuir, na época, cinco anos de vida associativa ao clube.

Ao vencer Patrícia Amorim, que tentava a reeleição, Bandeira apostou na experiência de seus executivos de futebol para comandar o Flamengo como uma grande empresa. E isso se comprovou com números. Em seu primeiro mandato, o presidente flamenguista equilibrou as contas cortando gastos e reduziu a dívida, que era de R$ 750,7 milhões de acordo com a auditoria realizada para início do mandato.

Além disso, a gestão focada em sanar as dívidas e reestruturar o Rubro-Negro termina premiada. Em 2015, por exemplo, o clube foi o vencedor do prêmio BrSM, que reconhece as melhores práticas esportivas do país, levando os troféus de Melhor Gestão e Transparência Financeira. Depois, aos poucos, junto com o equilíbrio vieram os patrocínios, principalmente no segundo mandato do presidente que, entretanto, acumulou fracassos dentro das quatro linhas.

Gestão de futebol
Conhecida pela boa gestão financeira, a passagem de Bandeira de Mello pelo Flamengo possui como ponto negativo justamente o futebol e a ausência de conquistas em campo. Em seis anos, foram apenas três títulos, sendo o de maior expressão a Copa do Brasil no primeiro ano de mandato, em 2013.

Os fracassos, porém, se explicam pela forma com a qual o futebol foi lidado pelo presidente. Em seus dois mandatos, foram 14 treinadores e a média de permanência de cada um na Gávea inferior a seis meses. Foi entre 2017 e 2018, inclusive, que a gestão se aproximou das críticas, justamente pelas condições e pela forma com a qual o caso do comando técnico foi conduzido.

No fim de 2017, após a derrota para o Independiente, da Argentina, na decisão da Copa Sul-Americana, Reinaldo Rueda recebeu um convite da seleção chilena para assumir o time sequer classificado para a Copa do Mundo da Rússia. O treinador, porém, postergou a definição, modificou o planejamento Rubro-Negro e, no fim, deixou o Rio de Janeiro.

Como consequência, o Flamengo se viu sem treinador para 2018 e teve de apostar em Paulo César Carpegiani, contratado inicialmente para desempenhar a função de coordenador. A escolha e a condução da negociação com Rueda, aliás, foi um dos momentos de maior indignação por parte da torcida com Bandeira.

Carpegiani permaneceu poucos meses e a falta de resultados fez com que a diretoria apostasse no jovem Maurício Barbieri. Após um bom início, o comandante viu os resultados caírem por terra, assim como seu emprego. Para “apagar o fogo”, Dorival Júnior foi contratado, mas sua continuidade para 2019 depende do processo eleitoral programado para este sábado.

A “Era” Bandeira, além disso, terminou da mesma forma como começou dentro das quatro linhas: com Dorival Júnior. No dia 19 de janeiro de 2013, no primeiro jogo sob o mandato do presidente, o Flamengo venceu o modesto Quissamã pelo Campeonato Carioca. Cerca de seis anos depois, o mesmo comandante marcou o fim do mandato com uma melancólica derrota para um Maracanã cheio.

Eleições
A fim de sanar os problemas do Flamengo, principalmente dentro de campo, quatro chapas disputam as eleições presidenciais neste sábado: ‘Chapa Rosa – Avança Mais, Flamengo’, do candidato Ricardo Lomba; ‘Chapa Roxa – Unidos pelo Flamengo’, de Rodolfo Landim; ‘Chapa Branca – Fla Tradição e Juventude’, de Marcelo Vargas; e ‘Chapa Amarela – Coração Valente’, do José Carlos Peruano.

Programado para acontecer no Ginásio Hélio Maurício, na sede social da Gávea, das 8h às 21h, o pleito irá determinar o 57º presidente da história do Flamengo. E entre as propostas comuns aos candidatos está a conquista de títulos, apontado como parte crucial da gestão e principal erro dos mandatos de Bandeira de Mello.

Fonte: Gazeta Esportiva


O que Eduardo Bandeira de Mello cumpriu (ou não) no Flamengo

Eduardo Bandeira de Mello deixará a presidência do Flamengo ao fim de 2018 depois de seis anos à frente do Rubro-Negro. Eleito em 2012 e reeleito em 2015, o presidente não pode concorrer mais uma vez ao cargo no próximo dia 8 e já consolidou o legado ao clube, com pontos positivos e negativos.

Assim como foi feito com Carlos Eduardo Pereira, no Botafogo, e Eurico Miranda, no Vasco, o GloboEsporte.com avalia as promessas que o presidente do Flamengo realizou desde o dia em que começou a campanha para o primeiro triênio. Levamos em consideração principais reportagens, entrevistas, debates e o material de campanha de 2012 até 2018.

Algumas promessas não foram possíveis de medir por causa de seu teor subjetivo ou que não houvesse forma clara de se basear para chegar a alguma conclusão. Sendo assim, dividimos as promessas feitas por Bandeira da seguinte forma:

Promessa Cumprida!: quando o presidente honrou o que prometeu;
Quase Lá: quando muito já foi feito, mas ainda precisa de algo a mais;
No Caminho: quando o presidente está na metade da promessa;
Ainda Falta: quando a promessa ainda está muito no início para ser cumprida;
Até Agora, Nada: quando não houve movimentação, mas ainda há tempo;
Promessa Quebrada…: quando nitidamente não conseguirá (ou não conseguiu) cumprir o que prometeu.

Até a publicação desta reportagem, Eduardo Bandeira de Mello estava com 24 Promessas Cumpridas!; 1 Quase Lá; 1 No Caminho; 4 Ainda Falta; 1 Até Agora, Nada; e 9 Promessas Quebradas… Clique nos links abaixo e veja em que pé e quais foram as promessas do presidente rubro-negro, que entrega o cargo no dia 31 de dezembro.

Fonte: Globo Esporte


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