Tag: Futebol Feminino

Flamengo amplia acordo com o BS2, e banco terá marca exibida em uniformes do futebol feminino e da base

A parceria entre Flamengo e BS2 deu certo em 2019 com o futebol profissional, e as partes decidiram ampliar o acordo para os uniformes das categorias de base e do futebol feminino, que também se destacam por grandes campanhas. O negócio não interfere nos detalhes com a equipe principal.

O contrato irá render cerca de R$ 25 milhões aos cofres rubro-negros. Com a base e o feminino envolvidos em diversas competições, o BS2 chega para auxiliar e reforçar como foi feito no profissional.

Por: João Pedro Granette e Simon Lédo

Esse novo vínculo não irá alterar temos do acordo que o banco tem com o futebol profissional desde o início do ano. À época, o Rubro-Negro acertou para receber cerca de R$ 15 milhões, com acréscimos de variáveis, de acordo com as adesões do banco após o acordo com o Fla. Após o período inicial, diretoria e clube entendem que o sucesso foi dentro do esperado para as duas partes. Em meio a isso, a tendência é que o contrato seja assinado na próxima segunda-feira (6).

O Banco BS2 é patrocinador do Flamengo desde abril de 2019 e conseguiu boa visibilidade com os títulos que o Rubro-Negro conquistou na temporada. A marca também teve destaque no Mundial de Clubes, onde foi o único patrocinador estampado nos uniformes das partidas contra Al-Hilal e Liverpool.

Por: Coluna do Fla

Flamengo vence o Brasileirinho por 19 a 0 no Carioca Feminino

Depois dos 56 a 0 em cima do Greminho, o Flamengo voltou a aplicar uma goleada no Campeonato Carioca Feminino, desta vez em cima do Brasileirinho. As Garotas da Gávea não tomaram conhecimento do adversário e venceram pelo placar de 19 a 0, em partida realizada no Centro de Educação Física da Marinha (CEFAN), na Penha.

O duelo foi válido pela primeira rodada da segunda fase do Estadual. Só nos 45 minutos iniciais, foram oito gols anotados. No segundo, mais 11 tentos marcados para fechar o placar elástico. A artilheira da partida foi a atacante Flavia, que balançou a rede adversária por seis vezes. Com cinco tentos, Rafaela foi outra jogadora com atuação de destaque no Fla.

FOTO: DIVULGAÇÃO / FLAMENGO

Todos os gols marcados (para não perder a conta):

  • Flavia – 6 gols
  • Rafaela Barros – 5 gols
  • Samhia – 4 gols
  • Raiza – 2 gols
  • Aryane – 1 gol
  • Patrícia – 1 gol

Depois de duas goleadas seguidas no Carioca, a equipe de futebol feminino do Flamengo volta a campo na próxima quarta-feira (16) para encarar o Colônia/Guapimirim. O duelo está marcado para acontecer às 10h (horário de Brasília), também no CEFAN.

Por: Coluna do Fla

Flamengo goleia o Greminho por 56 a 0 no carioca feminino

A equipe feminina do Flamengo entrou em campo na manhã deste sábado (28), em partida pelo Campeonato Carioca. O Adversário foi o Greminho, no entanto, dado o placar da partida, seria possível acreditar que foi na realidade um treino: as Meninas da Gávea aplicaram uma goleada história, pelo placar de 56 a 0, com média de um gol a cada 1,6 minutos.

O perfil do Flamengo destinado aos esportes olímpicos confirmou o que já parecia lógico: o triunfo por 56 a 0 foi a maior goleada da história da competição: “HISTÓRICO! Em jogo perfeito, as #MeninasDaGávea fazem 56 a 0 no Greminho e aplicam a maior goleada da história do Campeonato Carioca Feminino. ISSO AQUI É FLAMENGO! #CRF”.

Por: Coluna do Fla

Sub-18 do Flamengo abre seletiva para time de futebol feminino

Craque o Flamengo faz em casa – não importa o gênero. O Rubro-Negro divulgou, nesta segunda-feira (26), a abertura de seletivas para a equipe sub-18 de futebol feminino do clube. A peneira acontece no dia sete de setembro, às 8h, no campo do São Cristóvão, e não é necessário pagar para participar.

De acordo com o regulamento divulgado pelo clube, atletas nascidas entre 2001 e 2004 podem se inscrever. É preciso enviar por e-mail (para [email protected]) a documentação exigida até o dia 04/09. As interessadas devem apresentar documento de identidade, eletrocardiograma em repouso com laudo médico, atestado médico de aptidão para prática do futebol competitivo e fica de autorização dos responsáveis.

O clube especifica ainda que as inscritas são responsáveis pelos equipamentos básicos – chuteiras, calção, meiões e luvas no caso das goleiras – e que é proibido o uso de materiais esportivos de outras equipes – estão interditadas roupas de times nacionais, internacionais e também de seleções.

A equipe sub-18 feminina do Flamengo participou do Brasileirão da categoria em 2019. Na primeira fase, show das Meninas da Gávea: cinco vitórias em seis jogos, com direito a duas goleadas por 11 a 0 e 35 gols marcados contra apenas dois sofridos. No estágio seguinte, as rubro-negras começaram vencendo o Vitória por 3 a 0, mas acabaram derrotadas pelas fortes equipes do Santos e do Internacional e não se classificaram às quartas de final da competição.

Por: Coluna do Fla

Em noite de hat-trick de Maria Peck, Flamengo goleia o Vitória/Santa Cruz-PE pelo Brasileiro Feminino

A equipe do Flamengo de futebol feminino Sub-18 goleou, na noite desta segunda-feira (22), o Vitória/Santa Cruz-PE, por 6 a 0, pelo Campeonato Brasileiro da categoria. A partida, válida pela penúltima rodada da primeira fase da competição, teve como destaque a jogadora Maria Peck, com três gols. Vitória, larissa e Aryeli também marcaram para o Rubro-Negro.

As ‘Meninas da Gávea’ abriram o marcador logo cedo, por meio de Maria Peck: aos 3 minutos, ela recebeu ótimo passe dentro da área e bateu forte para abrir o placar. Aos 19 foi a vez de Vitória aproveitar o vacilo da defesa adversária para marcar o segundo. Avassalador, o time chegou ao terceiro gol logo depois, em pênalti sofrido por Maria Peck. A artilheira bateu bem e ainda teve tempo de fazer o hat-trick no primeiro tempo, assinalando seu terceiro gol, o quarto do Flamengo, impondo um elástico 4 a 0 ainda no primeiro tempo.

FOTO: REPRODUÇÃO

Na segunda etapa, o panorama não se modificou. Assim como no início da partida, o Flamengo marcou rapidamente. O quinto gol foi de Larissa, após escanteio e rebatida da zaga. Aos 18 minutos, Aryeli deu números finais ao jogo ao marcar o sexto em falha da goleira do time pernambucano. Daí em diante, a equipe tocou a bola e administrou o tempo.

Com 32 gols marcados e apenas dois sofridos, a equipe Sub-18 de futebol feminino do Flamengo tem quatro vitórias e um empate em cinco partidas, somando 13 pontos. A última partida da fase classificatória será jogada na quarta-feira (24), às 10h, contra o Vitória-BA na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE), e define quem termina na liderança do grupo.

Por: Coluna do Fla

Sub-18 Feminina estreia domingo no Campeonato Brasileiro

A equipe Sub-18 de futebol feminino do Flamengo fará sua estreia no Campeonato Brasileiro da categoria no próximo domingo (14), diante do Vitória (BA), no estádio Ademir Cunha, em Paulista (PE), às 15h30, horário de Brasília. O duelo marca a primeira partida oficial da história da categoria de base feminina do clube.

A primeira edição do torneio contará com 24 equipes, divididas em seis grupos, com turno e returno. Se classificam à próxima fase os seis primeiros colocados de cada chave e os dois melhores segundos colocados no geral, formando oito equipes. Elas serão distribuídas, por sorteio, em dois novos grupos e se enfrentam, em turno único, dentro da chave. Os dois primeiros colocados avançam às semifinais que, assim como as finais, serão disputadas em jogos de ida e volta.

FOTO: REPRODUÇÃO

As ‘Meninas da Gávea’ estão no grupo E, ao lado do Vitória (BA), São Francisco (BA) e Vitória (PE). A primeira fase do Brasileirão Sub-17 feminino ocorre entre 9 e 24 de julho, em Pernambuco. O treinador Marcos Gaspar comandará um elenco formado em abril, por meio de ‘peneiras’efetuadas pelo próprio Flamengo. No último sábado (06), a equipe empatou com o time principal do Duque de Caxias, por 1 x 1, em amistoso preparatório realizado na Gávea.

Por: Coluna do Fla

Primeira atleta do programa de intercâmbio, Olivia passará um mês realizando trabalhos na Gávea

A norte-americana Olivia Marie de Moraes, de 19 anos, é a primeira atleta a participar do programa de intercâmbio do Flamengo. Na última segunda-feira (1), a jovem se apresentou ao elenco rubro-negro, dando início aos trabalhos.

Atualmente, a atacante joga pela UCLA, University California Los Angeles. Deu seus primeiros passos no mundo esportivo aos cinco anos de idade, atuando pelo AYSO. Destacou-se no FRAM, aos oito. A idade impressiona. A experiência, também.

Apesar de ser nascida em Los Angeles, Olivia sempre declarou-se fã do Flamengo. A atleta vestirá o Manto até o fim do mês, quando o programa finaliza. No próximo dia 14, as Garotas do Ninho vão estrear pelo Campeonato Brasileiro da categoria.

Por: Coluna do Fla

“Não é justo a Marta ganhar igual ao Pará”, diz jornalista

Mais uma edição da Copa do Mundo feminina está sendo disputada, e com isso, a discussão sobre a desvalorização da prática das mulheres nesse mercado volta a ser fortemente debatida. Um dos que argumentou sobre o assunto foi o jornalista Aydano André Mota, no programa Redação SporTV, e, apesar de reconhecer que o nível de popularidade do esporte é diferente entre os gêneros, ele acredita que a discrepância não pode ser tão grande, chegando a citar o lateral Pará, do Flamengo, como exemplo.

Ao falar do futebol feminino, Aydano destacou o quanto a categoria acaba sendo escanteada a cada vez que passa uma competição de maior expressão e, em seguida, comparou o salário de Marta – eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo – ao de Pará.

– Não aceito discussão de que é um jogo deficiente. É um outro jogo, outro tipo de jogo, igualmente interessante. Tem drama, angústia… Tudo que tem no futebol masculino tem no feminino. É absolutamente igual ao basquete, vôlei, handebol e qualquer esporte de ponta. Passou a Olimpíada e o futebol feminino caiu num ostracismo. Não a TV, mas os dirigentes e os responsáveis pelo esporte brasileiro não podem deixar cair no ostracismo. A Marta ganhar igual ao Neymar não é justo. Mas também não é justo a Marta ganhar igual ao Pará.

Por: Coluna do Fla

Flamengo/Marinha empata com o Vitória pelo Campeonato Brasileiro Feminino

O Flamengo/Marinha empatou com o Vitória por 2 a 2, neste sábado (18), na Gávea, no jogo que marcou a nona rodada do Campeonato Brasileiro Feminino. Em um começo de jogo ruim para a equipe Rubro-Negra, que sofreu dois gols, apesar de ter criado muitas jogadas perigosas e dominado a partida, o time carioca conseguiu se recuperar, com gols de Dany Helena, aos onze minutos do segundo tempo, e de Lu Meirelles, aos 31 minutos do segundo tempo, e empatou o jogo.

Apesar de dominar o jogo, o time Rubro-Negro sofreu com os dois contra-ataques realizados pelo time baiano. A equipe feminina criou inúmeras chances no campo adversário, mas conseguiu colocar apenas duas para dentro do gol. Com esse resultado, o Flamengo/Marinha ocupa a quarta posição na tabela do Brasileirão, acumulando 20 pontos. O Vitória se encontra na oitava colocação, com 11 pontos. O próximo jogo acontecerá no dia 7 de julho, quarta-feira, contra o Internacional.

Foto: Divulgação/Flamengo

A campanha das meninas é uma das melhores deste Campeonato Brasileiro. Das nove partidas que disputaram, venceram seis, empataram duas e perderam uma. O Flamengo/Marinha possui um dos melhores ataques da competição, com 28 gols. Além disso, a equipe Rubro-Negra também é referência na defesa, pois sofreu apenas quatro gols em todas as partidas que disputou. Este jogo foi o último antes do início da Copa do Mundo feminina, que começará no dia 7 de junho, sexta-feira.

Por: Coluna do Fla

Flamengo/Marinha e Santos se enfrentam neste sábado no Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro Feminino

O Flamengo/Marinha enfrenta o Santos neste sábado, às 14:00h, horário de Brasília, pela oitava rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro A1 2019. O jogo acontecerá no Estádio Pacaembu, com transmissão ao vivo pelo Brasileirão Feminino, conta oficial da competição de futebol feminino do Brasil. A entrada para assistir ao jogo é gratuita, e os torcedores do Flamengo deverão entrar pelo portão 22, setor visitante.

O clube Rubro-Negro e o time santista disputam as primeiras posições da tabela do Brasileirão. O Flamengo ocupa a terceira posição, e o Santos é o segundo colocado, atrás do Corinthians, líder, ambos possuem 21 pontos na tabela. Mas a diferença entre os dois elencos é de apenas dois pontos, o que pode ser revertido nesta partida. Caso o Flamengo/Marinha vença, o time iguala com o Santos. Mas se a vitória for do adversário paulista, a distância entre o time carioca e o santista sobe para quatro pontos.

O Flamengo/Marinha demonstra uma incrível atuação pela defesa durante esse campeonato. O time do técnico Ricardo Abrantes não sofreu um gol desde as semifinais do Campeonato Brasileiro Feminino de 2018, contra o Corinthians. A zaga comandada por Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo, acumula 15 jogos sem ter sua defesa vazada. Os números no ataque também impressionam, até agora já são 25 gols, e o Flamengo/Marinha tem um aproveitamento de 90%.

O Santos também faz uma campanha impressionante, com 100% de aproveitamento. O time da Baixada Santista venceu todos os jogos até o momento e sofreu apenas um gol. A partida acontecerá às 14:00h, horário de Brasília, e os portões serão abertos 12:00h, horário de Brasília.

Por: Coluna do Fla

Brasileirão Feminino terá transmissão da Band na TV aberta

Um passo muito importante! O Flamengo/Marinha é um dos melhores times do futebol feminino no Brasil e vai ficar ainda mais fácil acompanhar o sucesso das Meninas da Gávea. Nesta semana, a TV Bandeirantes se acertou com a CBF e vai transmitir partidas do Brasileirão Feminino na TV aberta.

A emissora vai transmitir jogos sempre aos domingos, às 14h, e tem direitos de partidas das duas divisões do Brasileirão. A Band é responsável pela escolha do jogo a ser transmitido e pretende mesclar partidas de ambas as séries.

As meninas do Flamengo/Marinha foram campeãs em 2016 e estão fazendo bonito em 2019. O rubro-negro está invicto no Brasileirão e tem seis vitórias nas sete primeiras rodadas. As Meninas da Gávea ainda não sofreram nenhum gol na competição e brigam ponto a ponto com o Santos pela liderança.

Por: Coluna do Fla

Flamengo/Marinha goleia Sport no Campeonato Brasileiro Feminino

O Flamengo/Marinha goleou o Sport nesta tarde, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro feminino, na Gávea. Com gols de Fernanda Palermo, Raiza e Gaby, o time abriu uma vantagem de três gols já no primeiro tempo da partida. No segundo tempo, a camisa 15, Raiza,00 ampliou a vantagem e marcou seu segundo gol e, em dois minutos, Flávia balançou a rede por duas vezes, chegando a marca de 6 gols no campeonato e assumindo a vice-artilharia da competição.

Invictas, o elenco não perdeu nenhuma partida no Campeonato Brasileiro. Em sete rodadas, foram seis vitórias e um empate. Acumulando 25 gols, o time rubro-negro é o terceiro melhor ataque do campeonato e possui a melhor defesa, sem sofrer nenhum gol.

Com a vitória, o time se manteve na segunda posição, atrás do Santos, primeiro colocado. O Sport ocupa a última posição do torneio, tendo a defesa mais vazada, com 28 gols, depois do confronto contra o Flamengo. Após a partida, a atacante Flávia falou que a vitória foi resultado de muito trabalho e dedicação nos treinos.

O Flamengo enfrenta o Santos, líder do campeonato, no próximo sábado, (11), na oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

Por: Coluna do Fla

Em busca da liderança, Flamengo/Marinha recebe lanterna Sport na Gávea

A semana é de muito Flamengo! Invictas, as Meninas da Gávea entram em campo nesta quarta (01/05) na busca pela liderança do Brasileirão Feminino. As adversárias da vez são as Leoas do Sport, que ocupam a última posição. A bola rola na Gávea às 15h.

O Flamengo/Marinha vem do primeiro resultado adverso na competição – um empate por 0 a 0 contra a Ferroviária. As Meninas estão invictas na competição e venceram as demais cinco partidas. As Rubro-Negras estão na segunda colocação do Brasileiro, com 16 pontos – dois atrás do Santos, que lidera com 100% de aproveitamento.

Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

O Sport não somou nenhum ponto até o momento e vem de três derrotas pesadas: 7 a 0 para o Corinthians, 5 a 0 para o Vitória e 4 a 0 para o Internacional.

Por: Coluna do Fla

Flamengo/Marinha fecha com Lu Meireles, atacante com passagem pela Seleção

A equipe feminina do Flamengo tem mais um reforço para a temporada, que conta com a disputa de Campeonato Brasileiro, Campeonato Carioca e Jogos Mundiais Militares. A atacante Lu Meireles, que já foi convocada para a seleção brasileira, trocou o Botafogo-PB pelo Rubro-Negro.

A jogadora revelou ser torcedora do clube, mas admitiu que achava difícil ser contratada pela equipe. O sonho, no entanto, se realizou. Muito por conta do desempenho pelo Botafogo-PB, o qual ela destacou ao falar pela primeira vez como atleta do Flamengo.

FOTO: MARCELO CORTES / FLAMENGO

— Sempre fui torcedora do Flamengo e via o clube como um dos maiores do país, um lugar que eu almejava estar. Não vou mentir que achava difícil chegar até aqui, mas ter essa oportunidade é emocionante, a realização de um sonho. Para as mulheres, viver de futebol é sempre um sonho, ainda mais podendo jogar no time do coração. As expectativas são as melhores. Consegui fazer história no Botafogo e poder escrever novos capítulos aqui, uma equipe que tanto amo e tanto admiro… Estou sem palavras. Estou muito feliz.

A atleta, atualmente com 31 anos de idade, se firmou no Botafogo-PB após começar no Guarabira, do mesmo estado. A passagem pelo Belo durou quase 10 anos.

Após seis jogos disputados no Campeonato Brasileiro, o Flamengo é o segundo colocado, com 16 pontos, dois a menos do que o Santos. O único tropeço das meninas rubro-negras foi justamente nesta quinta-feira (25), em um 0 a 0 com a Ferroviária, na Gávea. O Peixe venceu suas seis partidas.

Vale destacar que Lu Meireles reforça um elenco que já acumula bons números ofensivos, com 19 gols marcados nos seis jogos até aqui. É o segundo melhor do campeonato, com apenas dois a menos do que o Corinthians, terceiro colocado na tabela. O Flamengo, no entanto, é o único time que ainda não levou um gol sequer na competição.

A sétima rodada acontece para o Flamengo na próxima quarta-feira (01), novamente na condição de mandante, mas ainda sem local definido. A partir das 15h (horário de Brasília), as atletas rubro-negras encaram o Sport Recife.

Por: Coluna do Fla

Flamengo/Marinha apresenta início avassalador no Brasileirão Feminino

Se no futebol masculino a torcida tem motivos de sobra para comemorar, na modalidade feminina os rubros-negros seguem em constante animação com o desempenho do Flamengo/Marinha. Isso porque as Meninas da Gávea iniciaram campanha no Brasileirão de maneira avassaladora, liderando a competição com 100% de aproveitamento até o momento.

Em apenas quatro rodadas, já são 16 gols marcados e nenhum sofrido, deixando evidente que o desempenho no ataque e a solidez defensiva são marcas do time rubro-negro na temporada. A equipe segue na primeira colocação do torneio, a frente de Santos, Corinthians e Internacional. Na última rodada, as meninas derrotaram o Audax-SP, por 1 a 0, e somaram mais três pontos. O gol foi marcado por Raiza, artilheira da competição com seis tentos assinalados.

(Foto: Marcelo Cortes / Flamengo)

– Estamos com uma sequência muito boa. Tivemos um jogo bem difícil com o Audax, mas estou feliz com mais um gol marcado na competição. Agora temos uma semana de descanso até enfrentar a Ponte Preta no próximo sábado (20). Vamos trabalhar muito para fazer mais um grande jogo -, disse a artilheira do clube da Gávea.

O duelo diante da Ponte Preta acontece às 15h (horário de Brasília), no Estádio Manuel Ferreira, em Balsamo (SP), e o Flamengo/Marinha tenta permanecer sem sofrer gols no Brasileirão. A goleira Kaká, inclusive, exaltou o desempenho defensivo no torneio, atrelando aos bons treinamentos realizados durante a semana.

– Eu vejo com muita garra e determinação a nossa última vitória. Vontade de vencer e não tomar gol. Não faltou vontade. Temos trabalhado muito durante a semana sobre a segurança no setor defensivo e a saída de bola. Fico feliz com o nosso desempenho em campo -, afirmou a arqueira.

Por: Coluna do Fla

Com Flamengo como favorito, Superliga B feminina dá início à briga por vagas na elite

O Flamengo encabeça a busca por um lugar na elite do vôlei feminino a partir deste fim de semana. A disputa da Superliga B, que dará duas vagas à principal competição do vôlei nacional, terá início neste sábado. O Rubro-Negro, que tenta seu retorno à Superliga, estreia no domingo, contra o Cefa, do Rio Grande do Sul, às 19h30, em Marau.

– Nossa preparação está passando por um processo de lapidação e estamos nos livrando de um mal que convivemos ao longo dessas 30 semanas de trabalho que completamos antes desse jogo que foi o fato de gerenciar bem a ansiedade. Esse time foi montado para conviver uma temporada inteira, com uma responsabilidade muito grande de termos essa chance de passar para a Superliga – afirmou o técnico do Flamengo, Alexandre Ferrante.

O Flamengo conta com nomes conhecidos e com experiência de Superliga, como a oposta Natasha Valente, a central Ju Melo e as ponteiras Jéssica e Nayara. Ferrante afirma que o clube se preparou para um nível ainda mais complicado que o esperado na Superliga B.

– Baseamos nossa preparação elevando o sarrafo para um nível ainda maior do que acreditamos que possamos encontrar. Dessa maneira, minimizamos os riscos que teremos ao longo do caminho e principalmente criamos um estado de alerta muito grande para uma equipe que tem por obrigação classificar. Carregamos e não fugimos dessa responsabilidade.

Técnico do Flamengo orienta jogadoras — Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

Técnico do Flamengo orienta jogadoras — Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

Neste sábado, o Londrina recebe o Valinhos às 17h. Em Maringá, o time da casa enfrenta o Bradesco, de São Paulo. Técnico do Londrina, Ronivaldo Marques, o Fumaça, afirma que o time tem condições de buscar um lugar na elite, apesar da pouca experiência.

– Nós vamos para a competição com uma equipe de menor experiência, algumas meninas são sub-17. Mas sabemos que não podemos entrar em quadra apenas para pegar rodagem. O Paraná conta com outras duas equipes além da nossa, mas confio que iremos representar bem nossa cidade – contou Fumaça.

Capitã do Bradesco, que enfrenta o Maringá, Érica Adachi, comentou sobre a expectativa para a participação no campeonato.

– A expectativa para estreia esse sábado é de vitória e o foco é sempre esse. É claro que aqui no Bradesco Esportes nós temos uma equipe jovem e estamos buscando adquirir bastante experiência no campeonato e é muito bom trabalhar com jovens talentos que se dedicam tanto pelo voleibol. Nós temos que entrar sem pressão, mas entrar confiante e brigar pela vitória.

Pelo regulamento da temporada, a Superliga B feminina terá turno único na fase classificatória, com todos os clubes se enfrentando entre si. Todos os oito passam para as quartas de final, que, assim como as semifinais, serão decididas em série de melhor de três. A decisão está marcada para o dia 13 de abril, na casa do finalista de melhor campanha. O campeão e o vice garantem uma vaga na divisão principal na temporada 2019/2020.

SUPERLIGA B FEMININA 2019

PRIMEIRA RODADA

Sábado (19/01) 17h – Londrina x Valinhos 20h30 – Maringá x Bradesco

Domingo (20/01) 19h30 – Cefa x Flamengo 20h – São José dos Pinhais x Franca

Por: Globo Esporte

Montar time feminino é exigência para equipes da Série A 2019

São exatos 40 anos desde que a prática do futebol feminino, ainda em 1979, foi liberada por lei no Brasil – desde 1941, o Decreto-Lei 3199, do governo de Getúlio Vargas, proibia a “prática de esportes incompatíveis com a natureza feminina”. Sete anos depois do fim do impedimento, a Seleção Brasileira feminina entrava em campo pela primeira vez, em 1986 – num confronto amistoso com os Estados Unidos. E após décadas de promessas de incentivo, a lei, enfim, se coloca a favor das mulheres no futebol. A partir deste ano, todos os 20 participantes da Série A do Brasileiro precisarão se enquadrar no Licenciamento de Clubes da Confederação Brasileira de Futebol e, por obrigação, manter um time de futebol feminino – adulto e de base.

Das 20 equipes que disputarão a Série A de 2019, 13 clubes precisam – e ainda precisarão – se mexer para atender às regras. Um total de 65%. Isso porque apenas sete já mantinham a modalidade estruturada antes. Cada um sob diferentes condições, desde a montagem de forma independente a parcerias que exigem do clube apenas a liberação do estádio para jogos. Mesmo já adequados ao regulamento, três deles – Grêmio, Internacional e Vasco – preveem avanços para a modalidade: profissionalizar o elenco por completo.

Na elite do Brasileiro, vale ressaltar, o clube que mantém uma equipe feminina em atividade e de forma contínua há mais tempo é o Santos. O time é o atual vice-campeão da Libertadores e funciona há quatro temporadas (2015 a 2018). No comando está a técnica Emily Lima, primeira mulher à frente da Seleção Brasileira Feminina – cargo que exerceu de novembro de 2016 a setembro de 2017.

Para a ex-jogadora Rosana, peça-chave nas Sereias da Vila em 2018, referência na Seleção Brasileira e que anunciou sua aposentadoria no início deste ano, a obrigatoriedade é determinante para o crescimento da modalidade no país.

“Vai gerar mais vagas para as meninas que querem jogar futebol. Consequentemente, com um número maior de atletas jogando, maior o crescimento da modalidade e da descoberta de novos talentos. Ter as camisas tradicionais do futebol masculino também é interessante porque agrega valor. Os torcedores já conhecem e se identificam com a história do clube e o feminino poderá contribuir ainda mais com isso.”

A medida, no entanto, ainda não remete à profissionalização da modalidade no país – com jogadoras que tenham carteira assinada e recebam salários. Isso porque, por exemplo, somente quatro das 15 equipes que já deram os primeiros passos para a estruturação da modalidade confirmaram que vão efetivamente pagar salários às jogadoras a partir de 2019 – com valores que, de forma oficial, variam de R$ 1.500 a R$ 4 mil. Além de Corinthians e Santos, que já pagam, o Grêmio e o Internacional, que têm parte do elenco profissionalizado, pretendem unificar este quesito em 2019.

Atlético-PR e Flamengo, por sua vez, apesar de terem atletas remuneradas, vivem situação diferente dessas quatro. Isso porque, nestes casos, o investimento parte dos projetos com os quais firmaram parceria – Foz Cataratas e a Marinha brasileira, respectivamente, que também fornecem estrutura para treinos. Dos clubes rubro-negros, portanto, as atletas recebem o uniforme e o estádio – em alguns casos – para mandar jogos.

“Tudo será mantido como sempre foi. O Foz Cataratas continuará com todas as suas atividades em Foz do Iguaçu e faremos alguns jogos do Brasileiro na Arena da Baixada quando mandantes. Como toda parceria, o Foz, que sempre pagou salário às atletas, tem suas vantagens, e o Atlético-PR tem as suas também, com as obrigatoriedades que vai ter”, explicou o presidente do Foz Cataratas, Gezi Damaceno, que trabalhava em parceria com o Coritiba até 2018.

Atlético-PR e Flamengo, porém, não são os únicos a trabalharem em parceria. De fato, a maior parte das equipes que vêm sendo montadas do ano passado para este, até o momento, foram feitas dessa forma. A diferença, é que os outros seis clubes (Atlético-MG, Bahia, Ceará, Chapecoense, Fluminense e Goiás) aproveitam uma estrutura já existente e fornecem outros recursos do próprio clube – como, por exemplo, auxílio financeiro, estrutura para treinos, departamento médico e de fisioterapia.

Referência na modalidade e eleito melhor técnico do futebol paulista em 2016, Jonas Urias – hoje treinador do Sport -, acredita que a mudança não deve ser efetiva neste primeiro momento. Mas aponta a exigência como determinante para que haja, a longo prazo, uma mudança cultural para o consumo do futebol feminino no país.

“Acho que nesse primeiro ano não vai ter muito impacto na modalidade em si. Porém creio que é um primeiro passo para que haja uma mudança sólida no cenário do futebol feminino e ele passe a ser mais cultural na sociedade. Acho que é um passo que tem que ser dado. Acredito que os clubes de camisa, quando entrarem, têm uma grande chance de fazerem um bom trabalho, investir e, consequentemente, daqui a dois anos, começar a aparecer no cenário nacional. E aí sim acho que vai ter uma mudança.”

Número de técnicas ainda é baixo

O número de atletas em campo, é certo, irá crescer. Afinal, já são ao menos seis novos times que entram no cenário nacional (Atlético-MG, Chapecoense, CSA, Fluminense, Goiás e São Paulo – já que Bahia e Atlético-PR fizeram parcerias com equipes que já disputavam o Brasileiro). Quando se fala em cargos de liderança no futebol feminino, no entanto, os homens ainda aparecem em maior número. Como vem sendo desde 2013 na competição nacional. Das 13 equipes (entre as 20 que existirão por conta da obrigatoriedade) que já têm técnicos definidos para o próximo ano, somente três serão comandadas por mulheres: o Bahia, com Solange Bastos, o Fluminense, com Thaissan Passos, e o Santos, com Emily Lima.

Consultada por clubes em busca de informações sobre custos necessários para estruturação da modalidade, Emily aponta a necessidade de oportunizar as mulheres preparadas para trabalhar com o feminino.

“Não é a norma que vai fazer com que mais mulheres ou não entrem no mercado de trabalho como treinadoras de futebol. O que vai aumentar isso é a oportunidade que os clubes derem às mulheres. Então não adianta a norma mudar e os clubes fecharem as portas para as treinadoras mulheres. Vai continuar a mesma coisa. Digo isso de seleção brasileira, de clubes. Eles abrirem portas para que as mulheres que estejam preparadas consigam trabalhar faz abrir portas na CBF, para que mais mulheres estejam atuando lá também.”

Como funcionará a exigência

A manutenção de um time de futebol feminino adulto e de base está entre as 34 medidas exigidas pelo Licenciamento de Clubes, adotado para sistematizar uma estruturação e adoção de melhores práticas de gestão nos clubes do país. E o Brasil não é o único a passar pelo processo. O novo regulamento da licença foi aprovado pela Conmebol em congresso, ainda no fim de 2016, com um prazo de dois anos para adaptação – portanto, passando a valer a partir de 2019 – e exige times femininos também para todas as equipes que disputarem as Copas Libertadores e Sul-Americana. As medidas se adequam ao artigo 23 do estatuto da Fifa, que cobra das confederações a adoção de medidas de governança que incluem, dentre outras questões, a incorporação de artigos que preveem a igualdade de gênero.

O clube que não estiver dentro das regras do Licenciamento, de acordo com a CBF, estará sujeito a ficar de fora das competições que exigem a licença – caso da Série A do Brasileiro, Copa Sul-Americana e Libertadores. A posição da entidade, no entanto, é de primeiro assumir o papel de orientar, ao invés de punir.

“A CBF está preocupada com o primeiro papel que é de orientador, aconselhamento. Os clubes estão se mexendo e a primeira preocupação é auxiliar. A primeira intenção não é punir. É orientar para que seja cumprido. O Licenciamento é um processo gradativo. A UEFA para implementar 100% levou de 10 a 15 anos. A cada ano vai aumentando as exigências e entrando nas outras séries (divisões do Brasileiro)”, pronunciou-se a CBF via assessoria de imprensa, já que ainda será definido um porta voz oficial responsável pela questão.

As equipes que estão sendo montadas vão disputar competições da CBF?

Não necessariamente. Os clubes que estão montando o feminino em parceria com equipes já divisionadas, devem entrar em suas respectivas vagas – caso de Atlético-PR (na Série A1 do Brasileiro Feminino) e Bahia (na Série A2). A expectativa é de que as demais sejam anexadas à Série A2 (segunda divisão nacional), disputando a etapa eliminatória de mata-mata que classifica para a fase de grupos, mas a CBF ainda não tem uma posição definitiva sobre isso.

“Isso (formato da competição) a gente vai saber quando houver o conselho técnico das competições e o regulamento específico. Tem o prazo de acontecer 60 dias antes do início (do Brasileiro, que começa em abril). O Licenciamento diz que o time precisa disputar campeonatos, não necessariamente o Brasileiro. Pode ter time que vai disputar o Estadual e não o Brasileiro”, informou a CBF.

Haverá calendário para a categoria de base, exigida pela CBF?

Sim. A CBF divulgou o calendário da base e futebol feminino de 2019 com um Brasileiro Feminino Sub-18, previsto para acontecer de julho a setembro – logo após a Copa do Mundo Feminina, que acontece na França. Falta definir, porém, o regulamento específico da competição e a idade máxima. De acordo com a assessoria da CBF, a entidade está realizando um estudo de comparação de base para ajustar a questão da idade à realidade do futebol feminino – que normalmente tem jogadoras mais novas que no masculino já atuando no profissional.

A Série A será a única do Brasileiro a exigir o futebol feminino?

Por enquanto, sim. A previsão inicial era de que as Séries B, C e D precisassem atender às mesmas exigências de forma gradativa nos anos seguintes – em 2020, 2021 e 2022, respectivamente. Mas a CBF ainda não definiu os prazos de forma oficial.

Confira a situação de cada clube da Série A do Brasileiro

Atlético-MG

Parceria com o Prointer Futebol Clube – Firmada em 12 de dezembro Técnico: Sidney Lima Equipes: única – até 21 anos Estrutura (que promete oferecer): bolsas de incentivo, registro profissional, orientação nutricional, acesso à academia, treinamento específico e materiais esportivos.

– Teremos uma bolsa/auxílio para cada atleta, visto que todas são amadoras, com atividades regulares durante o dia. O futebol feminino no Brasil ainda está na transição entre o amador e o profissional. A maioria não pode prescindir de seus trabalhos para se dedicar exclusivamente ao jogo – posicionou-se, via assessoria de imprensa.

Atlético-PR

Parceria com o Foz Cataratas, que trabalhava com o Coritiba desde 2016 Técnico: Ivan Mororo Equipes: adulta e base Estrutura: Uniforme e estádio pelo Furacão. Estrutura para treinos e salários serão fornecidos pelo Foz. Até o dia 11 de dezembro, posicionamento do clube era de que “a única resposta é que no momento não temos futebol feminino”. Mas, seis dias depois, oficializou a parceria com o Foz Cataratas.

– O Athletico Paranaense assinou parceria com a Associação Desportiva Iguaçuense – Foz Cataratas FC. Através deste contrato, o clube de Foz do Iguaçu representará o Furacão nas competições oficiais de futebol feminino em 2019. O Foz Cataratas é o time feminino paranaense que tem obtido os melhores resultados nos últimos anos e apresenta a melhor infraestrutura no estado do Paraná para desenvolver o esporte. Desta forma, houve um encontro de interesses entre o Foz e o Rubro-Negro. O time feminino se apresentará em 2019 com o nome de Foz Cataratas – Athletico Paranaense – posicionou-se através do site oficial.

Avaí

O Avaí não tem equipe e respondeu à reportagem por meio da assessoria:

“Hoje, o Avaí não tem uma equipe de futebol feminino formada. É um desejo do presidente ter o futebol feminino, em cumprimento à lei e também para oportunizar este esporte aos torcedores e simpatizantes do clube. Mas o clube ainda não tem a dimensão de como formatar esta nova equipe, ajuda e orçamento para esta nova categoria.”

Bahia

Parceria com o Lusaca, time feminino da cidade de Dias d’Ávila Técnica: Solange Bastos, ex-zagueira da seleção brasileira Equipes: Sub-17, Sub-20 e Adulta Estrutura: o Tricolor “bancará as despesas necessárias para a atuação do time”, afirmou via assessoria de imprensa, assim como os uniformes de jogo e treino, e cederá seus departamentos de registro, médico e fisioterapia às atletas.

– A gente primeiro tinha uma dúvida: começar um projeto do zero ou do outro lado a alternativa que tinha era a gente ser um patrocinador, emprestar a camisa para um clube já existente. Com o Lusaca, encontramos uma coisa que é no meio do caminho. Não nos agradava apenas ceder a camisa, mas ao mesmo tempo achávamos que começar do zero significava um trabalho muito árduo e de longuíssimo prazo, para começar uma coisa que já é um anseio da torcida, de nós gestores e do clube. A ideia é juntar a metodologia do Lusaca com a estrutura do Bahia. O que a gente não quer é o futebol feminino simplesmente para ter um time – afirmou o presidente Guilherme Bellintani, através do site oficial do clube.

Botafogo Por meio da assessoria de imprensa, o Botafogo afirmou que ainda não começou a montagem e não deu maiores detalhes. Ceará Parceria com a Associação Menina Olímpica Técnico: Zé Maria (ainda não assinou a renovação) Equipes: base e adulta Estrutura: estrutura física (acesso aos dois CTs) e de profissionais, alojamento, alimentação e ajuda de custo/salários equivalentes à base (com contratos pré-profissionais), em torno de R$ 2 mil. Chapecoense Parceria com a escola pública Associação Desportiva de Lourdes Lago há três anos Técnico: Silvio Faccin da Rosa Equipes: adulto, Sub-17 e Sub-15 Estrutura: campos para treinamentos, transporte para treinos e materiais esportivos. A Chapecoense fez o caminho inverso a maior parte dos clubes. Primeiro montou a base, em parceria, e agora começa a estruturar o adulto. O clube informou que existe um projeto para a base que está captando R$ 1,5 milhão para investimento em pessoal, estrutura e bolsa atleta, além de um investimento na parte do adulto. – Vamos planejar um 2019 com uma estrutura melhor, talvez com departamento do futebol feminino dentro do clube. Temos uma base consolidada e necessitamos agora buscar outros horizontes, que é o profissional. Está garantido o mesmo investimento e estrutura desse ano, mas a gente quer melhorar sempre. Valorizar o futebol feminino inclusive financeiramente, com contrato de vínculo, CLT empregatício, que é o que a gente quer para as meninas que vão subir para o profissional – disse o coordenador do futebol feminino, Amauri Giorgan. Corinthians Funciona com gestão própria desde o início de 2018, antes fazia parceria com o Audax Técnico: Arthur Elias Equipes: adulto e Sub-17 Estrutura: CT, moradia, alimentação, plano de saúde, academia, plano nutricional, acompanhamento médico, fisioterapia e salários (clube não fala em valores). – Após uma temporada excelente em 2018, nossos planos no Corinthians são de evoluir ainda mais a modalidade. Queremos seguir com o bom desempenho em campo e, fora das quatro linhas, ajudar no desenvolvimento do Futebol Feminino. Como mudança mais efetiva e evidente, criaremos nosso time Sub-17, atendendo assim às exigências da Conmebol e, principalmente, aumentando a oportunidade de novas meninas aparecerem e se desenvolverem, dando frutos para o esporte brasileiro em breve – disse a diretora de futebol feminino do Corinthians, Cristiane Gambaré. Cruzeiro – O Cruzeiro não decidiu se vai fazer de forma direta ou em parceria. Mas o certo é que o futebol feminino não vai ser dentro da estrutura do Cruzeiro hoje. Nós vamos buscar uma estrutura fora. Pode ser aproveitando a estrutura existente de algum time dentro do futebol mineiro. Nesse momento, o Cruzeiro vai cumprir o que diz a regra de Licenciamento de Clubes, então nós vamos ter sim uma equipe profissional e uma equipe de base também, como manda a regra. No caso das atletas, à medida que o acordo com essa equipe ou essa parceria for fechada, nós vamos definir o elenco e, durante a definição do elenco, vamos ver como vai ser a questão da remuneração. O que eu posso assegurar é que o Cruzeiro terá uma estrutura profissional – disse o gerente de futebol, Marcone Barbosa. CSA Está sendo montado com gestão independente Técnico: José Mendes, ex-jogador do Azulão e com trabalho na base do Clube Equipes: adulto (Estuda montar escolinha, Sub15, Sub17 e Sub20) Estrutura: uniforme, campo e ajuda de custo. – Estamos em entendimento para aquisição de um CT onde funcionará a base do masculino e feminino, deixando o atual CT Gustavo Paiva somente para os profissionais. Até este ano, o time feminino era tocado por voluntários e as atletas jogavam por amor ao futebol e ao CSA. Algumas recebiam passagens e hospedagens e o time praticamente se reunia para jogar. Mas isso é coisa do passado, vamos remunerar as atletas – disse o vice-presidente executivo da base e esportes olímpicos, Omar Coêlho. Flamengo Funciona em parceria com a Marinha do Brasil Técnico: Ricardo Abrantes Equipes: adulta e Base (sob análise) Estrutura: toda do CEFAN (Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes, da Marinha), onde as jogadoras treinam. Salários são pagos pela Marinha. Assessoria explicou que as atletas participam de edital para Sargento para entrarem no time. Os jogos são normalmente mandados na Gávea, e o material esportivo fica por conta do Flamengo. “Não há mudanças previstas do contrato original”, informou via assessoria. Fluminense Funcionará em parceria com o projeto Daminhas da Bola Técnica: Thaissan Passos Equipes: adulta, Sub -20, Sub-17 e Sub-15 Estrutura: ainda não sabe informar. – Ainda não temos (detalhes sobre a montagem). Estamos fechando o contrato com o projeto, numa fase preliminar burocrática. Os termos do contrato estão sendo discutidos – posicionou-se via assessoria. Fortaleza “Estaremos conforme o regulamento e a obrigatoriedade do futebol feminino na Série A. Mas ainda está sob o processo de planejamento. Nós deveremos ter novidade no início do ano, com o diretor das categorias de base que vai tocar, doutor Roberto Moreira. Definição de grupo, de onde vai treinar, estrutura, isso vai feito no início do ano”, pronunciou-se via assessoria.” Goiás Funciona em parceria com a Universidade Salgado Filho. No início de 2018, contratou o diretor Zuza Falcão para estruturar a modalidade Técnica: Robson Vieira Equipes: adulto, base e escolinha (a criar) Estrutura: promete fornecer ajuda de custo, “complementar à bolsa integral que vão ter na Universidade para estudar”, além de estrutura na parte médica, assessoria jurídica, de marketing, auxílio social – aula de inglês para as atletas que tem possibilidade de conseguir bolsa de estudo fora do Brasil, caso não seja possível seguir como profissional -, e treinos e jogos na sede social do clube, na Serrinha. – Nossas expectativas são muito institucionais, da torcida conhecer, abraçar o projeto como uma alternativa de futebol para se ver o Goiás, em horários e públicos diferentes, um ambiente mais familiar. Vamos firmar parcerias com a Delegacia de Combate a Violência à Mulher, rede feminina de combate ao câncer e prestar esse tipo de ajuda principalmente social para se inserir o programa no cotidiano de Goiânia. Entendemos que isso passa por uma institucionalização do futebol feminino no cotidiano da cidade e do clube – afirmou o diretor do futebol feminino, Zuza Falcão. Grêmio Funciona com gestão independente Técnica: ainda não há um nome. Equipes: adulta, Sub -20, Sub-17 e Sub-15 Estrutura: atualmente, 50% das atletas têm contrato profissional e carteira assinada. Na última temporada, o clube augou um espaço exclusivo para que elas treinassem e mandassem os jogos, que é o Estádio Vieirão, na cidade de Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Local tem academia, refeitório e alojamento, onde as jogadoras concentram – e boa parte mora. – Em 2019 todo plantel será profissionalizado – promete, via assessoria de imprensa. Internacional Funciona com gestão independente Técnica: ainda não há um nome Equipes: adulta, Sub -20, Sub-17 e Sub-15 Estrutura: treinam em campos não oficiais (alocados pelo clube) e mandam jogos na PUC e no Beira Rio. Tem direito a fisioterapeuta, diretor médico e alojamento. Tem três tipos de contrato – CLT com comissão técnica e algumas jogadoras, contratos de menores e contratos terceirizados com empresa da própria atleta. Valores variam de R$ 1.500 a R$ 4 mil (jogadoras e comissão técnica). Recebem também benefícios de Unimed, cestas básicas e bolsa de estudo em faculdade. – Queremos buscar patrocínio e apoio da mídia esportiva. Melhorar nossa estrutura. Hoje, nosso alojamento fica num local e os campos em outro. Então nossa ideia é unificar tudo isso. Ter também uma maior aproximação com o futebol profissional do clube, que hoje não temos isso. A tendência para o ano que vem é que tenha ainda mais CLT, provavelmente quase todas, para a gente não ter mais esse tipo de vínculo terceirizado – disse o vice-presidente de relacionamento social, Norberto Guimarães. Palmeiras “O Palmeiras está finalizando os últimos detalhes do seu planejamento para o futebol feminino. Provavelmente em parceria, mas como ainda não está fechado, não tem como dar certezas”, afirmou via assessoria. Santos Funciona com gestão independente Técnico: Emily Lima Equipes: adulto e Sub-17 (em parceria com o colégio Santa Cruz e com a Universidade de São Paulo) Estrutura: jogadoras recebem salários, têm acesso a departamento médico e de fisioterapia na Vila Belmiro, e treinam no CT Meninos da Vila. – Os planos são de continuar tendo uma equipe competitiva e que dispute títulos, é o que o torcedor espera. Paralelamente a isso, do ponto de vista da gestão, nós estamos trabalhando para ampliar o leque de parcerias e patrocinadores que nos ajude a desejar dar sustentabilidade econômica para o futebol feminino. Estamos conseguindo dar alguns passos importantes em relação a isso. E entendemos que num espaço curto de tempo, talvez nessa temporada na próxima, a gente já consiga ter uma situação em que o futebol feminino seja sustentável pelos seus próprios recursos – disse o gerente executivo do futebol feminino, Alessandro Rodrigues. São Paulo Funcionará em parceria com o Centro Olímpico Técnica: Lucas Piccinato de Sá Equipes: Sub-17 e adulta Estrutura: não detalhou. – O SPFC retomou recentemente o projeto do futebol feminino com a categoria sub-17, que acaba de conquistar o bicampeonato paulista da categoria. O clube também já iniciou o planejamento para montar a equipe profissional, que será feita com a contratação de atletas de outras equipes, promoção de jogadoras das categorias de base e também com atletas selecionadas em seletiva realizada pelo clube no mês de novembro. O clube espera assim retomar sua tradição na modalidade, coroada na década de 90 com a equipe comandada por Sissi e Kátia Cilene que faturou diversos títulos, como o Campeonato Brasileiro de 1997 e o Paulista de 1997 e 1999 – posicionou-se via assessoria. Vasco Funciona com gestão independente Técnico: Antony Menezes Equipes: base e adulta Estrutura: jogadoras têm acesso à fisioterapia, atendimento médico, alimentação, treinos no CT Duque de Caxias e em São Januário, e ajuda de custo para transporte. De acordo com a assessoria de imprensa, existe um projeto para que as jogadoras do profissional tenham contrato de trabalho. Fonte: Globo Esporte


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