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Polícia queria prender meia do Flamengo antes do clássico.

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ESPN – A Polícia Civil pretendia prender o
meio-campista Luiz Antônio, do Flamengo, na concentração para o jogo contra o
Vasco, no último domingo, segundo apurou o ESPN.com.br.
Já havia uma operação montada para tanto, mas a
Justiça não aceitou o pedido da Draco (Delegacia de Repressão às Ações
Criminosas Organizadas) por entender que não havia motivos para tanto.
O pedido chegou a ser feito formalmente, junto
do indiciamento por estelionato e envolvimento com uma milícia da zona oeste do
Rio na última quinta-feira. A denúncia foi aceita e o jogador responde pelos
crimes, mas a juíza Rafaela Almeida, titular da 29ª Vara Criminal, não
concordou com a prisão, assim como o Ministério Público.
A ideia do delegado responsável pelo caso, Luiz
Augusto Braga, era prender o atleta no hotel onde o time se concentra, na
sexta-feira ou no sábado. O objetivo era cumprir o mandado, caso ele tivesse
sido expedido, o mais rápido possível para não atrapalhar o grupo diante do
Vasco.
Para a Justiça, as suspeitas de envolvimento do
atleta com a milícia não eram suficientes para prendê-lo. Pesou a favor do
jogador, também, o fato de ele ter endereço conhecido e emprego declarado.
Envolvimento
com milícia e golpe do seguro
Questionada, a assessoria de imprensa da Draco,
confirmou que o delegado “pediu, sim, a prisão do jogador Luiz Antônio de
Souza Soares, de seu pai Luiz Carlos Francisco Soares e do policial civil
Alexandre da Rocha Antunes, já preso desde a ‘Operação Tentáculos’ pelos crimes
de associação criminosa armada e estelionato (fraude securitária), no entanto o
pedido foi indeferido”.
E completou: “o delegado entendeu que os
três indiciados possuem laços com milicianos da Liga da Justiça”.
O advogado Michel Assef Filho, que defende Luiz
Antônio, não atendeu às ligações da reportagem.

Segundo a Polícia, o jogador teria presenteado
com um carro de luxo um dos chefes da maior milícia do Rio. A acusação de
estelionato foi originada pelo fato de o pai do meia, Luiz Carlos Francisco
Soares, ter feito registro de roubo de veículo em uma delegacia para que o
filho recebesse o dinheiro do seguro.
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